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Tudo É Energia

TUDO É ENERGIA

Francisco Godinho - 18/02/2001

Tudo É Energia e, de acordo com aquilo que as mais recentes teorias, descobertas e experiências científicas vão confirmando, tudo quanto existe no Universo pode resumir-se ao que existe em cada átomo...

TUDO É ENERGIA
ALGUMAS TERAPIAS ENERGÉTICAS
MAIS REFERÊNCIAS A ENERGIA NESTE PORTAL

TUDO É ENERGIA

O átomo é a mais pequena unidade em que a matéria se pode dividir sem que perca a respectiva identidade química. É composto por uma pequena área chamada núcleo[1], em que os protões[2] e os neutrões[3] estão unidos pela interacção nuclear forte. Devido ao electromagnetismo, que lhes permite existirem como tal em estados quânticos, os electrões[4] gravitam em redor do núcleo em órbitas estáveis, formando camadas. Basicamente, se ignorarmos fenómenos tão comuns como a ionização[5] ou a isotopia[6], num átomo, os electrões e os protões existem em igual quantidade e do seu número depende a existência dos 106 elementos químicos conhecidos (dos quais o hidrogénio é o mais simples, pois possui apenas um protão e um electrão).

De um estudo algo mais atento, conclui-se que o átomo se divide em partículas de dois tipos, os fermiões
[7] (de que constam os bariões[8] e os leptões[9]) e os bosões[10], consoante se possam combinar ou não em estruturas claramente definidas, de acordo com o seu spin[11], que é de meio para os primeiros e um para os segundos. O átomo é composto por seis partículas subatómicas (ou elementares) estáveis, subdivididas em dois grupos: um que origina a matéria visível, composto por electrões, protões e neutrões; o outro, invisível, composto por neutrinos[12], fotões[13] e gravitões[14], cujo papel é o transporte da energia gerada pela interacção das primeiras. Note-se que as partículas elementares diferem das partículas fundamentais, cuja estrutura interna é indivisível e de que constam os quarks[15], os bosões e os leptões. Ou seja, no total, dos seis tipos de partículas que compõem o átomo, apenas o neutrão não possui energia e, o protão e ele, são os únicos que possuem massa mensurável, ou seja, que são intrinsecamente responsáveis pela constituição da matéria propriamente dita.

De acordo com aquilo que as mais recentes teorias, descobertas e experiências científicas vêm confirmando, tudo quanto existe no Universo pode resumir-se ao que existe em cada átomo. As forças fundamentais resultantes da interacção entre as partículas subatómicas, que por si explicam todas as interacções entre corpos no Universo, são quatro: a interacção nuclear forte
[16], a interacção nuclear fraca[17], o electromagnetismo[18] e a gravidade[19]. Segundo parece, cada uma dessas forças fundamentais domina em determinado grau as restantes, ocorrendo que a força dominante é a da gravidade, à qual se deve por exemplo a aglomeração de corpos celestes em galáxias.

Diz-se que no Universo predomina a matéria
[20], que é produzida em quantidade um pouco superior à antimatéria[21], porém, como a estabilidade da matéria é apenas aparente, verificando-se permanentemente a interacção entre as partículas que a constituem (o que gera energia), podemos dizer que a energia acaba por ser dominante, uma vez que a interacção em elevado grau origina que miríades de corpos celestes distintos estejam constantemente a surgir, a metamorfosear-se e a extinguir-se.

ALGUMAS TERAPIAS ENERGÉTICAS

Tal como se anunciava no tópico respectivo, aqui está a referida lista de terapias energéticas. Longe de pretender ser exaustiva, esta lista contém sobretudo algumas técnicas terapêuticas que, a exemplo do Reiki, do Karuna, do Seichim , da Cura Quântica e da Chakraterapia (que são do mesmo tipo), recorrem à manipulação do ki ou do rei a fim de obter o fortalecimento e a harmonização dos chakras, dos meridianos ou dos corpos subtis. Como se poderá constatar, na sua maioria, ou se trata de terapias antigas, cujo berço foi a China ou a Índia, ou são recentes, baseadas em idênticos princípios. O modo como elas aqui são apresentadas não respeita qualquer critério, a não ser a ordem pela qual foram encontradas as respectivas definições, que propositadamente resumi, procurando dar apenas uma visão global de cada uma delas:

Acupunctura
: De origem milenar chinesa (onde assumiu nomes como chen chiu, tien chiu, shinkiu, etc.), depois introduzida nos países vizinhos, nomeadamente Japão, Coreia, Taiwan e Vietname, onde é ensinada nos institutos de medicina, esta técnica está hoje abundantemente divulgada em todo o mundo (tendo infelizmente sofrido nos últimos decénios inúmeras adulterações no ocidente, sobretudo motivadas por inconfessáveis fins comerciais) e recorre a estreitas agulhas em diferentes metais, para a manipulação dos tsubos (pontos energéticos situados ao longo dos meridianos de energia). Ela é amplamente referida no “Huang Ti Nei Ching” (Clássico da Medicina Interna do Imperador Amarelo), escrito cerca de 220 a.C., onde o mestre acupunctor Qi Bo responde às perguntas que lhe são feitas pelo imperador amarelo. As raízes dos princípios em que se baseia são ainda muito mais antigos, calculando-se que remontem a mais de dez mil anos a percepção do modelo de harmonia entre o yin e o yang, bem como a filosofia do tao (caminho da vida), o conceito dos cinco elementos (madeira, fogo, terra, metal e água) e a teoria dos doze meridianos (caminhos do qi no corpo).

Acupressão ou Digitopunctura: Estes são os nomes ocidentais com os quais se pretende caracterizar um conjunto de princípios orientais muito antigos, com raízes na acupunctura. Consiste numa técnica terapêutica que recorre à pressão dos dedos, nomeadamente dos polegares, em determinados tsubos, em substituição das habituais agulhas. Esta ocidentalização dos nomes encerra contra-sensos notórios, pois eles significam respectivamente pressionar com a agulha e perfurar com os dedos.

Do-in: Consiste numa antiga prática de massagem chinesa, aliada à macrobiótica, com mais de cinco mil anos, que procura adaptar de forma saudável o homem ao ambiente natural que o rodeia, recorrendo a uma alimentação estruturada, reforçada com exercícios de auto-massagem para a excitação de certos tsubos.

Shiatsu: É um método estilizado de massagem, desenvolvido no Japão (com base no do in), que recorre à pressão dos dedos (daí o seu nome, em que shi significa dedo e atsu pressão), mãos, cotovelos, joelhos e pés para a manipulação dos tsubos.

Moxibustão ou Moxabustão: Esta técnica, talvez tão antiga como a acupunctura e nela baseada, desenvolvida no norte da China, recorre a uma moxa (pequeno pedaço incandescente da artemísia vulgaris, uma erva de origem chinesa, seca e moída; moxa em japonês significa erva-pai (mo = erva, xa = pai)) colocada directamente sobre a pele, para excitar os tsubos, tendo eventualmente uma fina película de alho ou de gengibre para evitar a queimadura em peles mais sensíveis.

Electro-acupunctura: Regida por princípios idênticos aos da acupunctura tradicional, esta técnica bastante recente emprega um dispositivo electrónico capaz de emitir fracas descargas de energia nos tsubos a fim de provocar a sua excitação.

Cinesiologia: Esta técnica, inventada pelo Dr. George Goodheart e que teve como grande divulgador desde 1964, o Dr. John Thie, recorre ao friccionamento e pressão em pontos determinados para produzir o equilíbrio energético e o fortalecimento muscular.

Massagem aromaterapêutica: Consiste numa técnica que alia o poder curativo da massagem com a energia vibracional dos óleos aromáticos (essências vegetais). A aromaterapia possui origens remotas no Egipto, Babilónia e Grécia, tendo sido recuperada pelo químico francês René-Maurice Gattefosse, antes da I Guerra Mundial.

Cura pela fé ou Cura espiritual: Várias técnicas de cura pela fé caracterizam-se pelo recurso à imposição das mãos de forma a obter o reequilíbrio energético do corpo, ao passo que outras, embora usando as mãos, as mantêm à distância com o objectivo de alcançar a aura.
Mahikari: Este método, que foi registado no Japão pelo empresário Kotama Okada em 1959, recorre à imposição das mãos e parece ser de certa forma semelhante a algumas vertentes ocidentais do Reiki.

Auraterapia ou Equilíbrio da aura: Esta técnica, também chamada mãos de luz, tem sido divulgada pela ex-investigadora de física atmosférica na NASA, Barbara Ann Brennan, recorre à passagem das mãos abertas a certa distância do corpo como forma de reajustar o equilíbrio energético da aura.

Lomilomi: Esta técnica, ancestral entre os kahunas do Hawai e que estes conseguiram manter secreta até que Margaret Machado a começou a divulgar, cerca de 1978, envolve a massagem e a imposição das mãos para obter a cura espiritual e física.

Amma ou Anma: É uma técnica de massagem destinada a activar os tsubos, recorrendo à pressão, fricção, vibração e percussão dos polegares, que teve origem na China, há mais de quatro mil anos, e depois se propagou à Coreia e mais tarde ao Japão. Sendo igualmente conhecida como massagem oriental, é a raiz de muitas das outras técnicas de massagem.

Tui na: É um tipo de massagem semelhante à amma, igualmente usada na China desde há dois milénios, mas destinada à resolução de desordens mais específicas e actualmente é ensinada em todos os institutos de medicina chineses.

Terapia da polaridade: Esta teoria defende que o corpo humano é percorrido por energia que desce ou sobe por diferentes áreas, respeitando a polaridade positiva para a cabeça e parte anterior do corpo e a negativa para os pés e parte posterior, tirando partido da aptidão que o organismo possui para se curar, a fim de equilibrar a sua energia vital.

Reflexologia: Baseia-se no princípio de que todas as zonas do corpo estão energeticamente ligadas por fios condutores aos pés, às mãos e às orelhas, existindo ali pontos de referência cuja excitação propicia reflexamente o reequilíbrio energético das zonas correspondentes. A sua origem situa-se na China, há mais de dois mil anos, mas também são conhecidos testemunhos da sua existência no antigo Egipto, bem como entre os índios sherokee da Carolina do Norte, nos EUA, que afirmam ter colhido tais ensinamentos dos incas. Surgiu na Alemanha, no final do século passado, pelas mãos do Dr. Alfons Cornelius, uma forma de massagem reflexa baseada nos pontos dolorosos. Nos EUA, o

Dr. William Fitzgerald, desenvolveu uma terapia por zonas, diferente das restantes, baseadas nos meridianos.

Orgonomia: É uma técnica de massagem desenvolvida nos EUA, cerca de 1970, pelo Dr. Elsworth Baker, com base nas teorias de psicoterapia reichianas acerca do reflexo orgástico.

Bioenergética: É uma outra técnica dita neo-reichiana, que abarca a massagem e exercícios de extensão, desenvolvida nos EUA, baseada nas teorias de Wilhelm Reich e derivada da orgonomia.

Tacto terapêutico ou Toque etérico: Consiste numa modalidade de cura recentemente difundida no mundo da enfermagem americana pela Dra. Dolores Krieger que actua ao nível da aura, baseando-se nas antiquíssimas teorias orientais dos meridianos.

Chi kung ou Qigong: Esta terapia, influenciada por grandes pensadores chineses como Lao Tseu, Chuang Tseu, Li Tseu ou K’ong Fu Tseu (mais conhecido no ocidente como Confúcio), bem como pelas obras de transcendente importância 

que eles ou outros deixaram, como o I Ching (O Livro das Mutações), o Nei Ching (o Clássico da Medicina Interna) e o Tao Te King (o Livro do Caminho da Virtude), tem o seu início bastante anterior à invenção da escrita na China, surgindo documentação a ela referente desde os tempos mais recuados. Na sua forma mais abrangente, compreende vários métodos, tais como: o Dao Yin, que consta de exercícios baseados na imitação dos movimentos de vários animais (wu qin xi), tal como começaram a ser praticados no templo de Shaolin, recorrendo ao wei dan chi kung (elixir externo); o yi jin jing e xi wue jing, treinos de músculos e tendões e lavagem da medula; a emissão de sons curativos; o estilo hsing yi (oito peças de brocado), que são exercícios internos aliados às artes marciais; o chi kung espontâneo, que consta de movimentos involuntários como estremecimentos, torções, espreguiçamentos, etc. Sem restrições, de certo modo comparáveis à bioenergética e à meditação dinâmica, que foram recentemente produzidas no ocidente; o lu lu dao yin, que consiste numa adaptação dos movimentos acompanhados por música com o fim de estimular, excitar, acalmar ou estabilizar o fluxo energético.

Kiko: Sucintamente, constitui a versão japonesa do chi kung, apresentando algumas nuances comparativamente àquela.

Tai chi chuan: Esta modalidade, cujo nome deriva de tai (grande) chi (energia) e chuan (universo), surgiu na China, cerca de 1200 d.C., através de um monge taoísta, o mestre Chang San Feng, constituindo uma das disciplinas do chi kung mais alargado e pretende manipular a grande energia do universo, recorre a movimentos lentos (nei dan chi kung ou elixir interno), que fazem circular a energia para a obtenção do equilíbrio holístico.

Cura prânica: É um método desenvolvido há milhares de anos na Índia, que recorre a várias técnicas para restabelecer o equilíbrio energético.

MAIS REFERÊNCIAS A ENERGIA NESTE SÍTIO

Segue-se uma lista das principais páginas deste sítio onde são debatidos, ou de alguma forma abordados, temas mais intimamente relacionados com este:
Terapia Floral
Reiki
Terapias Vibracionais
Karuna e Seichim
Aromaterapia
Radiestesia
Cromoterapia
Cristaloterapia
Cura Prânica
Cura Quântica
Chakraterapia
Rede ZED (CD)
Curso / Iniciação de Reiki ZED
relação entre a Física Quântica e as Terapias Vibracionais
As Origens Ocultas da doença princípios básicos da Anatomia Subtil
Remédios Florais (Essências Florais)
Ritual ZED de Protecção e Limpeza
Água Diamante
Ritual do Vibhooti
Sanjeevinis
Gel de Banho ZED
Amuletos e talismã ZED
Cristais ZED para Energização
Cristais ZED para Empatas

 

[1] : Daí resulta algo absolutamente minúsculo, pois um átomo possui um raio de 10-7 milímetros (0,0000001 mm) e o seu núcleo, muito mais pequeno ainda, é de apenas 1 fentómetro, ou seja, 10-11 milímetros (0,00000000001 mm).

[2] : O protão é uma partícula elementar composta por 3 quarks, que possui carga eléctrica positiva e é um constituinte de todos os núcleos atómicos. É pelo seu número que se determina o elemento químico do átomo a que pertence.

[3] : O neutrão possui uma massa pouco maior que a de um protão, não tem carga eléctrica, é composto por 3 quarks e é constituinte de todos os núcleos atómicos, excepto do hidrogénio. Como resultado de uma interacção nuclear fraca, transforma-se num protão, num electrão e num neutrino de antimatéria.

[4] : O electrão transporta uma carga eléctrica negativa, a sua massa é insignificante, ocupa órbitas estáveis em torno do núcleo do átomo e possui como antipartícula o positrão.

[5] : Graças à colisão com outras partículas (fotões), os electrões conseguem por vezes adquirir quantidades de energia suficientes que lhes permitem libertarem-se do átomo original, fichando-se noutro adjacente, num processo chamado ionização, de que resultam iões negativos e iões positivos, consoante tais átomos passem a ter mais ou menos electrões que protões.

[6] : Devido a interacções energéticas, pode variar também a quantidade de neutrões existentes no núcleo do átomo, originando os chamados isótopos (por exemplo o deutério, com um neutrão, é um isótopo estável de hidrogénio) que, ao deixarem de constituir configurações estáveis, ficam sujeitos a desintegração radioactiva.

[7] : Fermião é o nome dado ao grupo de partículas que podem agrupar-se e cuja estrutura está claramente definida, o que ocorre nos bariões e nos leptões, como é o caso do protão, do neutrão e do electrão.

[8] : O barião é uma partícula constituída por três partículas elementares chamadas quarks. Existem nove tipos de bariões, todos eles situados no núcleo, entre os quais o protão e o neutrão.

[9] : O leptão é um grupo de partículas que não intervém na interacção nuclear forte e integram-no electrões, muões, tauões e os neutrinos que estão associados a cada um deles.

[10] : O bosão constitui um grupo de partículas que não se podem agrupar, em que se inserem por exemplo os fotões.

[11] : Spin é a propriedade quântica e o nome dado ao momento angular de uma partícula subatómica, constituindo uma das propriedades que permitem definir um estado quântico.

[12] : O neutrino, que é de três tipos (neutrino electrão, neutrino muão e neutrino tauão) e se pensa não possuir massa, transporta o excesso de energia resultante de uma interacção nuclear fraca. Ele interage com a matéria de uma forma tão fraca que a consegue atravessar facilmente.

[13] : Pensa-se que o fotão não possui massa e transporta a energia gerada por uma reacção que envolva o electromagnetismo, sendo associado à radiação electromagnética pela dualidade onda-partícula, variando entre as ondas de rádio e os raios gama, à medida que aumenta a sua carga de energia.

[14] : O gravitão é uma partícula elementar cuja existência ainda não se conseguiu comprovar, cuja função se pensa ser a de transportar a energia gravitacional. A sua massa, a existir, deverá ser desprezível.

[15] : O quark é uma partícula fundamental que no Universo actual apenas pode existir associada em grupos de 2 ou 3 e que se suspeita ter sido partícula livre no Universo primordial. Hadrão é o nome dado a um conjunto de quarks: mesão (cujas características o colocam entre o protão e o neutrão), se tiver 2 quarks, ou barião, se tiver 3 (como é o caso do protão).

[16] : A interacção nuclear forte é uma força da natureza por meio da qual os hadrões comunicam entre si. Constitui mesmo a maior força existente, mas o seu campo de acção resume-se ao núcleo atómico.

[17] : A interacção nuclear fraca é uma força da natureza muito fraca através da qual os neutrinos interagem, estando associada à radioactividade.

[18] : O electromagnetismo manifesta-se através da interligação entre duas forças (a electricidade e o magnetismo, ambas possuidoras de polaridade e magnitude) e actua entre electrões, protões e iões, ou seja, entre todas as partículas que possuem carga eléctrica. Pelas suas características, duas cargas de polaridades opostas atraem-se e duas iguais repelem-se.

[19] : A gravidade constitui a menor força da natureza, porém ao consistir na atracção exercida entre dois ou mais corpos com massa e sendo passível de se transmitir no vácuo, acaba por ser aquela cujo efeito se faz sentir a maiores distâncias, modelando o Universo ao dispor os corpos celestes de um modo determinado pela relação entre as respectivas massas.

[20] : Matéria é o nome dado a qualquer partícula elementar que possua massa, como é o caso do protão e do neutrão. Excluem-se portanto o fotão e o neutrino, que transportam apenas energia.

[21] : A antimatéria é gerada na produção de pares e ao entrar em contacto com o seu equivalente de matéria, é aniquilada, libertando energia na forma de radiação electromagnética.
                                  

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