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A Relação entre a Física Quântica e as Terapias Vibracionais

A relação entre a física quântica e as Terapias Vibracionais

Francisco Godinho - 05/04/2002

Este é o universo em que nos movemos...

Creio que reduzir a apenas meia dúzia de linhas a análise riquíssima a que esta temática conduz, constitui um desafio de monta. Tentarei no entanto sintetizá-la tanto quanto a habilidade me permitir...

Relação entre a Física Quântica e as Terapias Vibracionais
A QUESTÃO INGRATA DA COMPROVAÇÃO...

A Relação entre a Física Quântica e as Terapias Vibracionais

Este assunto complexo e controverso, revela-se merecedor de uma apreciação cuidada, uma vez que põe em confronto duas posições que tendem a extremar-se: de um lado a ciência e do outro a metafísica, ambas arreigadas a entraves que incapacitam um diálogo profícuo (a que uma boa dose de estreiteza de vistas não é de todo alheia). Primeiro, importa salientar que nenhum dos postulados aqui apresentados constitui algo de novo, mas que remonta a um saber antiquíssimo (chamemos-lhe herança cultural se quisermos), que tem sido preservado e empiricamente empregue em todo o mundo oriental, pelo menos nos campos da filosofia, da religião e da medicina, onde possui forte carácter exotérico (em tempos também as civilizações clássicas do ocidente tiveram acesso a esse manancial de conhecimento, que circunstâncias nossas conhecidas acabaram por forçar a tornar-se esotérico).

Exagerando um pouco (?), podemos dizer que a apelidada medicina convencional (alopática) tem por base um modelo fármaco-cinético de teorias mecanicistas (cartesianas e newtonianas) que reduzem o ser humano a um conjunto complexo de maquinismos que, “quando avariam são reparados” invasivamente (quer com cirurgia/amputação/implante, quer com químicos tóxicos destinados a ocultar sintomas, ignorando quão deletérios são os seus efeitos para vários outros órgãos integrantes desse mesmo maquinismo).

O novos paradigmas facultados pelo nível de conhecimento científico actual permitem abordar sob perspectivas distintas o facto de que, num universo dualista em que forças opositoras tendem permanentemente a desequilibrar-se (o que redunda no equilíbrio dinâmico entre ambas), o ser humano constitui o resultado do intercâmbio entre sistemas energéticos diferenciados que reflectem o nível evolutivo em que a alma se encontra, processo no qual tem papel primordial a constante aprendizagem e evolução da consciência (uma forma específica de energia), tendente a uma reacção em cadeia que redundará na transformação radical da nossa espécie. Assim, e de forma muito simplista, a doença é um aviso do desfasamento entre aquilo que fazemos e o que a alma necessita que façamos (ou seja, de não estamos atentos às mensagens da consciência).

Numa perspectiva vibracional, somos constituídos por vários corpos energéticos com características bem diferenciadas (comummente assume-se que são sete, sendo os quatro menos subtis directamente manipulados por várias das modalidades terapêuticas), dos quais apenas é visível o mais denso de todos – o físico. Os chakras (centros energéticos que têm por função a interligação entre os vários corpos, sendo mais conhecidos apenas os sete principais de entre todos os que facultam a interacção entre o corpo etérico e o físico, onde estão ligados a uma intricada rede de canais energéticos – os nádis), tal como os tsubos (pontos de acupunctura situados ao longo de doze pares de meridianos situados à superfície do corpo, dos quais parte uma densa rede de canais energéticos para o interior do organismo), constituem a interface físico-etérica. Sob esta visão, antes que a doença se manifeste fisicamente no ser humano (reportemo-nos por agora apenas a ele), já foi precedida de distúrbios energéticos espirituais, mentais e/ou emocionais (formas de desequilíbrio), mais ou menos gravosos e prolongados.

As terapias vibracionais, no seu conjunto, assumem o ser humano como o resultado da interacção dinâmica entre os vários corpos energéticos. Apontam todas elas para a necessidade de cada um de nós assumir que possui o poder de se auto-curar, o que a ocorrer corresponde à entrada numa etapa evolutiva distinta, na qual teremos deixado de descartar nos outros a responsabilidade pelo nosso próprio bem estar. Na sua perspectiva holística, em lugar de procurarem simplesmente a cura para a doença quando aquela já se manifestou fisicamente, estas terapias preocupam-se em primeira instância em promover o equilíbrio energético e homeostático, considerando que é alguma forma de desequilíbrio num dos corpos mais subtis que vai suscitar irregularidades no funcionamento dos corpos gradualmente mais densos até atingir finalmente o estado de doença física.

A forma de reequilibrar todo este sistema complexo preconizada por uma terapia vibracional (ou energética) consiste basicamente em insuflar energia nas zonas onde esta estiver debilitada ou ausente ou então fazê-la fluir onde se verificar o seu acúmulo ou estagnação, tratando-se portanto de uma forma de tratamento não invasiva e absolutamente natural, que passa apenas pela manipulação de energia (numa linguagem mais técnica, apelidaríamos estes tipos de intervenção como apoio energético com recurso a frequências vibratórias mais elevadas).

A força vital universal, ou seja, um tipo específico de energia dita inteligente, isenta de características entrópicas negativas, permite reforçar a energia vital individual de cada organismo complexo, actuando desde os corpos seus mais subtis até aos mais densos (baseiam-se nesse princípio várias modalidades terapêuticas confinantes do Reiki). Uma outra forma de terapia, esta baseada no reforço da energia individual directamente com energia vital do curador, está também muitíssimo divulgada (que são inúmeras, salvaguardando as devidas

diferenças pontuais e entre as quais me atreveria a incluir a cura psíquica). Outras modalidades, como é o caso da homeopatia, da terapia floral, da cromoterapia e da cristaloterapia, parecem actuar por ressonância vibracional numa dada faixa de frequências, influenciando as camadas que lhe são afins e permitindo conduzir à debelação da causa da doença.

A QUESTÃO INGRATA DA COMPROVAÇÃO...

Afloremos agora sucintamente a comprovação destas teorias:
A mecânica quântica, de que Einstein foi precursor, e sobretudo a investigação de ponta que vem sendo conduzida por alguns (corajosos) investigadores no sentido de comprovar tais teorias, está no entanto a obrigar a reformular um vasto conjunto de axiomas a que a comunidade científica tem estado cómoda e profundamente vinculada. No que refere ao tópico em causa, provavelmente o mais candente de todos é que tudo quanto existe é energia e, se bem que tal postulado nada possua de novo, poucos têm sido no entanto os membros credenciados da chamada comunidade científica mundial a ousar questionar seriamente aquilo que o dogmatismo científico continua a impor (tudo quanto existe é matéria).

Sendo formados por campos de energia crescentemente subtis, os vários corpos energéticos que constituem o ser humano, não são por enquanto passíveis de mensuração, uma vez que o aparato científico/tecnológico que permitiria a sua comprovação é inadequado (o óbice primordial é o facto de tal maquinaria ser constituída por elementos físicos tridimensionais, tornando-se incapaz portanto de quantificar grandezas que se crê serem de outros níveis ou dimensões). Tal facto constitui uma contrariedade de monta quando se trata de demonstrar que, bem longe de serem puro charlatanismo, as várias modalidades de terapia energética funcionam mesmo e promovem realmente o bem-estar do indivíduo.

De facto, se não são muitos os terapeutas vibracionais dispostos a revelar as suas práticas mais ou menos esotéricas, mais raros ainda são os investigadores que se arriscam a romper com a pseudo-imobilidade que o sistema lhes impõe, a fim de procurar aferir a real valia de processos ou técnicas que empiricamente funcionam mas cujo fundamento permanece inexplicável (ou porque à luz do conhecimento actual não têm explicação racional, ou mais simplesmente por não terem sido ainda alvo de comprovação).

Tarefa muitíssimo difícil parece ser igualmente a de levar a classe médica ocidental a entender que o ser humano está muito longe de se resumir à sua única parte visível. Além disso, como ensiná-la a assumir uma atitude de maior modéstia, oposta à de arrogante detentora da “verdade absoluta” (para a qual o limitado nível de conhecimento a empurra)? Que dizer por exemplo da forma como os nossos “crânios” ocidentais amputaram uma terapia tão complexa como a acupunctura (com meios próprios de diagnóstico e de cura), reduzido-a a uma mera panaceia anti-álgica? Mais grave ainda, é o facto de que, quando descobriram a real valia de algumas (poucas) aplicações desta, acorreram a acolhe-la e regulamentá-la, remetendo à clandestinidade os terapeutas que realmente a dominam na íntegra (os acupunctores legítimos).

O desenvolvimento do raio laser e as suas imagens holográficas tridimensionais (cada fragmento retirado de uma película holográfica contém uma cópia idêntica a si própria, se bem que numa escala miniatural), bem como os recentes sucessos verificados na micro-biologia celular (um fragmento da cadeia de DNA é manipulado directamente para produzir a clonagem de seres vivos complexos adultos), permitem que comece a ser aceite que cada uma das partes contém o todo; o que não é mais que defender o princípio de que o microcosmo é uma réplica miniatural do macrocosmo e a (ainda discutível para alguns) kirliangrafia parece permitir vislumbrar a existência do corpo etérico, assim como o, ou se quisermos, de que, tal como em cima também em baixo.

Entretanto, outros desenvolvimentos tecnológicos mais recentes e adaptados a este tipo de investigação estão a revelar (ou pelo menos tendem a lançar alguma luz) sobre vários assuntos candentes. A investigação aplicada já permitiu comprovar cientificamente:

A possibilidade da existência de vários corpos energéticos subtis (cujo conhecimento é antiquíssimo em vários continentes) e que o seu equilíbrio influencia decisivamente a nossa homeostase;

A existência dos chakras (que já há mais de quatro mil anos são conhecidos no sub-continente indiano e manipulados pela medicina hayuvédica) e o íntimo relacionamento destes com as nossas emoções e as glândulas endócrinas, bem como entre os vários corpos energéticos (directamente relacionados com estes, os nádis são já vistos como uma rede da qual os dois principais estão situados ao longo da espinal medula e directamente ligados aos chakras, permitindo suprir energeticamente todo o organismo);

A existência dos tsubos e dos doze pares de meridianos acupuncturais, (da medicina tradicional chinesa há mais de cinco mil anos e testemunhados no famoso “Livro do Imperador Amarelo”, séc. I d.C.) assim como da rede de condutores electro-biológicos finíssimos que deles partem via ao interior por uma tortuosa rede de canais energéticos que permeiam o corpo físico e o percorrem de uma ponta à outra.

Muitos outros avanços serão ainda necessários até que o entendimento empírico destas questões possa ser algo mais racionalizado. Porém, uma parte significativa de todo este saber é puramente intuitiva e ditada directamente pelo nosso Eu Superior (os mais cépticos poderão apenas chamar-lhe consciência se assim conseguirem ficar mais reconfortados), ou seja, não existe em termos tridimensionais ou de um relacionamento espaço-temporal tal como é entendido e experimentado por nós, nesta realidade ilusória...

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