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Um Drama Chamado Celulite

UM DRAMA
CHAMADO
CELULITE

Francisco Godinho - 20/05/2006

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a sua Saúde e bem-estar!

O QUE É A CELULITE?
SEDENTARISMO = MAL-ESTAR + DORES?
SEDENTARISMO = OBESIDADE + CELULITE?

UMA SOLUÇÃO EXEQUÍVEL
VANTAGENS, VANTAGENS E MAIS VANTAGENS
CLASSIFICAÇÃO DA OBESIDADE

O QUE É A CELULITE?

A celulite constitui um tipo específico de reservas de gordura formadas no tecido conjuntivo devido a maus hábitos alimentares e à falta de exercício físico. Há três causas principais para o surgimento da celulite:
• São células repletas de gordura, que se desenvolvem e formam paredes resistentes (como as uvas), agrupando-se entre os tecidos conjuntivos (como cachos), especialmente nos tecidos mais enfraquecidos, tendo como resultado típico a conhecida e detestada aparência de casca de laranja da superfície da pele.
Prejudica a corrente sanguínea, o metabolismo torna-se mais lento e os tecidos fibrosos aderem uns aos outros devido ao grande número de células de gordura em torno dos vasos capilares.
• O tecido conjuntivo perde a sua elasticidade devido à menor quantidade de oxigénio e de nutrientes fornecidos pelo sangue, por uma menor evacuação de substâncias tóxicas e por os tecidos reterem demasiada água.

SEDENTARISMO = MAL-ESTAR + DORES?

A ocupação crescentemente sedentária que os habitantes das cidades fazem do seu tempo, implicando a permanência prolongada na mesma posição e com uma actividade corporal mínima, que contraria a tendência normal do nosso organismo.
Devido a este factor, um número assustador de pessoas sofre de mal-estar e dores nas costas, sendo uma porção muito significativa afectada por problemas degenerativos e incapacitantes daí advindos.
De facto, cada vez é mais elevado o número de pessoas nas quais os músculos do abdómen e das costas estão muito enfraquecidos ou nas quais um destes acaba por ficar mais fortalecido que o outro, originando assim desequilíbrios de monta e aumentando, consequentemente, o nível de desconforto.
A causa deste fenómeno está no desaparecimento progressivo da resistência dos músculos responsáveis por manter as vértebras na posição ideal, devido à quase ausência de movimento e da estimulação necessários à devida estabilização e protecção daqueles.

SEDENTARISMO = OBESIDADE + CELULITE?

A esmagadora maioria das pessoas com peso excessivo (ou seja com um índice de massa corporal superior a 25, de acordo com a Tabela de Classificação do IMC, transcrita no final deste artigo) já teve experiências desagradáveis com dietas e são raras as que praticaram algum tipo de desporto ou exercício físico.
À medida que vamos envelhecendo, vai também diminuindo gradativamente (a um ritmo de 0,5% por ano) o nosso metabolismo de repouso (ou seja, a quantidade de calorias que o nosso organismo consome quando em repouso), uma vez que necessitamos de uma menor quantidade de energia para nos mantermos vivos, resultando daí que boa parte das calorias que anteriormente nos eram necessárias passam a ser armazenadas sob a forma de gordura.
De facto, no decorrer do processo de envelhecimento, perdemos anualmente cerca de 2,250 kg de massa muscular, tendo este decréscimo muscular grande responsabilidade no decréscimo do metabolismo, uma vez que o músculo, sendo um tecido muito activo, consome bastante energia (apenas para se manter, cada kilograma de músculo necessita de 60 a 100 calorias diárias).
Deste processo de envelhecimento e da reduzida actividade corpórea resulta em geral uma diminuição acentuada da massa muscular, acompanhada de um severo acréscimo da gordura, originando obesidade e a par dela uma crescente dificuldade em efectuar os movimentos
quotidianamente exigidos.

UMA SOLUÇÃO EXEQUÍVEL

O tratamento da celulite e da obesidade requer que o tecido conjuntivo seja activado, consistindo tal activação em facultar equilíbrio ao sistema linfático, reforçar a corrente venosa e estimular o metabolismo das gorduras.
Tradicionalmente, este efeito é obtido através de treino persistente e intensivo no decorrer do qual se dá lugar à produção de energia, à revitalização da circulação, conseguindo-se assim que o corpo aprenda a lutar contra os depósitos de gordura.
A solução que lhe propomos nesta área é multidisciplinar e completa, passando pela modificação da sua dieta e por fazer um significativo volume de exercício com um gasto de tempo mínimo.
A ginástica permite contrariar eficazmente a evolução negativa do organismo acima descrita, prevenindo a ocorrência de lesões e contrariando a sua progressão, facultando um programa de treino completo e equilibrado, destinado a harmonizar toda a massa muscular, fortalecendo e tonificando os músculos do torso e do abdómen, garantindo o seu necessário alongamento, assegurando dessa forma óptimos resultados em curto espaço de tempo.
Sendo a aposta principal, não somente a redução da camada de gordura, mas também restaurar a juventude e a funcionalidade muscular, alguma ginástica está indicada até mesmo nas conjunturas geriátricas mais complexas.

VANTAGENS, VANTAGENS E MAIS VANTAGENS

A desculpa mais comum para a maioria das pessoas justificar o facto de não praticarem qualquer espécie de exercício físico é “Não tenho tempo nem para mim!” e, se atentarmos no ritmo da vida diária a que actualmente nos sujeitamos, temos mesmo de concordar que as mais variadas solicitações se encarregam de nos deixar a agenda repleta de afazeres aos quais é aparentemente impossível fugir.
Alguma ginástica também responde com eficácia a este problema, uma vez que concentra numa única hora de exercício os benefícios equivalentes a sete horas de qualquer outra modalidade significativamente mais desgastante.
Para concluir, resta referir que, quando acompanhados de um programa nutricional adequado
, os resultados do exercício efectuado nos aparelhos de ginástica, se vêem significativamente potenciados, sendo de todo aconselhável para todas as idades, independentemente da condição física em a pessoa que se encontre.
 

CLASSIFICAÇÃO DA OBESIDADE

O processo mais utilizado para determinar o excesso de peso é o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), cujo cálculo se baseia na relação entre a altura e o peso.
Para se graduar a obesidade, é adoptado pela Organização Mundial da Saúde o Índice de Massa Corporal (IMC) que é encontrado pela fórmula:
IMC = Peso (kg) / Altura2 (m)
Sendo o peso (expresso em kilogramas) dividido pelo o quadrado da altura (em metros).
Por exemplo, uma pessoa com 1,77 metros de altura e 78 kg de peso tem um IMC de aproximadamente 24,89, ou seja está no limiar entre o peso adequado e uma obesidade leve. De acordo com a tabela abaixo, são classificadas assim as diferentes categorias de obesidade:

Índice de Massa Corporal - Categoria

IMC (kg/m2) CLASSIFICAÇÃO
< 20 Abaixo do Peso
20 a 25 Peso Ideal
25 a 30 Sobrepeso
30 a 35 Obesidade Moderada
35 a 40 Obesidade Severa
40 a 50 Obesidade Mórbida
> 50 Super Obesidade

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