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A Energia Segue o Pensamento

A Energia Segue o Pensamento

Djwal Khul (o 'Tibetano')
e Alice Bailey
[1]
(Créditos e Gratidão aos Autores)

O artigo é comprido...

... mas é muito importante!!!

A Energia Segue o Pensamento

Tudo é Energia
Na sociedade actual encontramo-nos constantemente com o conceito de energia. Entretanto, pouca gente se detém a considerar o que se entende por este termo.

A palavra vem do grego “energos”, que significa “activo”. A energia é, portanto, a capacidade para a actividade vital e, desde tempos remotos, este conceito de energia vem sendo aplicando a uma área cada vez maior de conhecimentos e actividades humanas. Durante muito tempo, este conceito foi utilizado em relação aos acontecimentos físicos e mais tarde entrou também na formação de outros campos, tais como a psicologia, a economia e a sociologia. Do conceito de energia como uma força viva distribuída de forma geral, uma linha directa de desenvolvimento conduz-nos a todas as diferentes esferas da vida humana.

O conceito científico de energia tem sido aquele em que mais se desenvolveu e utilizou o conceito de energia. A ideia de que tudo é energia, em estados e condições mutáveis, deu lugar a uma síntese no pensamento científico e a uma nova compreensão das forças do universo. Isto nem sempre foi assim. No Século XIX a energia era considerada como o resultado do movimento de corpos ou partículas materiais (energia cinética ou actual) ou como resultado da posição dum fragmento de matéria em relação a outros fragmentos de matéria (energia potencial). Isso foi expresso através de duas grandes leis: a lei da Conservação da Massa, que em resumo expressava que a massa (a quantidade de matéria num corpo) era indestrutível, e a lei da Conservação da Energia, que basicamente postulava que a soma total de energia no universo era constante.

Considerava-se que os conceitos de massa ou de matéria e de energia eram independentes e, destes dois conceitos, acreditava-se que o da matéria era o mais básico e fundamental para a nossa compreensão do universo. Mas em 1905 Einstein demonstrou com a sua “teoria especial da relatividade” que a massa em si mesma é uma forma de energia, que a massa e a energia são de facto intercambiáveis, e que se relacionam segundo a fórmula E=mc2, onde “E” é igual energia, “m” é igual massa, e “c” é igual velocidade da luz. Assim, “se a matéria se desfaz da sua massa e viaja à velocidade da luz, recebe a denominação de energia. E, o inverso, se a energia se solidifica e imobiliza, podendo-se determinar a sua massa, recebe o nome de matéria” (O Universo e o Dr. Einstein, de Lincoln Barnett). A lei da Conservação da Massa teve que abandonar o lugar preponderante onde foi colocada, para que o conceito de Energia assumisse sua legítima importância.

O Corpo Etérico
Graças a esta teoria especial da relatividade foi possível provar, cientificamente, que no universo físico conhecido tudo é energia. Este descobrimento desacreditou os conceitos e explicações materialistas sobre o universo. Porque nada existe no universo manifestado planetário solar, ou nos diversos reinos da natureza, que não possua uma forma de energia, subtil e intangível e, sem embargo, substancial. Considera-se que tudo o que existe é energia; o manifestado é expressão de um conglomerado de energias, com algumas das quais se constroem formas, outras constituem o meio em que tais formas vivem, se movem e têm o seu ser, e ainda há outras no processo de vivificar tanto as formas como o meio em que se desenvolvem. Deve ser recordado que as formas existem dentro doutras formas. Uma pessoa, sentada no seu aposento, é uma forma dentro de outra forma; o aposento em si mesmo é uma forma dentro duma residência e essa residência (por sua vez outra forma) é, provavelmente, uma mais entre muitas outras similares, colocadas umas sobre as outras, ou também umas ao lado de outras, constituindo entre todas uma forma ainda maior. Entretanto, todas estas diversas formas estão compostas de substância tangível que, quando coordenada e agrupada segundo algum desenho conhecido ou ideia na mente de algum pensador, cria uma forma material. Esta substância tangível está composta de energias vivas, que vibram ao relacionarem-se umsa com as outras e que, ao mesmo tempo, mantém a sua qualidade própria e a vida que as caracteriza.

Vivemos imersos num oceano de energias, embora nem sempre estejamos conscientes deste facto. Nós mesmos somos um cúmulo de energias, as quais se encontram intimamente inter-relacionadas e constituem o corpo sintético do nosso planeta. A este corpo energético denominamos etérico. O corpo energético etérico de cada ser humano é uma parte integrante do corpo etérico planetário e, consequentemente, do sistema solar. Deste modo, cada ser humano está relacionado, essencialmente, com todas as demais expressões divinas da vida, sejam elas pequenas ou grandes. De facto, o corpo energético de qualquer forma da natureza é parte integrante da forma substancial da vida universal única, do próprio Deus.

O corpo etérico não é nenhuma outra coisa senão energia. A sua função é receber e transmitir impulsos energéticos de distintas classes e graus, pondo-se em actividade graças a estes impulsos ou correntes de força. Proporciona a base necessária para os distintos tipos e níveis de interacção telepática e para todas as formas de trabalho subjectivo e relações entre grupos e indivíduos. O corpo etérico também proporciona o nexo entre os impulsos mentais e emocionais, assim como o mundo da forma física exterior. As energias estão constantemente a circular através da rede do corpo etérico, condicionando e determinando a expressão externa, assim como as actividades e qualidades de todas as formas viventes. Isto é aplicável tanto aos seres humanos, individualmente, como aos grupos, à humanidade em conjunto, ao planeta e também mais para além deste.

Fundamentos do Plano
As circunstâncias e acontecimentos do mundo externo são produto das energias dominantes que circulam no corpo planetário etérico em cada período particular da história mundial. Até há pouco tempo, a maioria dos homens e mulheres respondiam, principalmente, à energia do impulso emocional. Eram realmente poucas as pessoas receptivas à energia mental e aos padrões de pensamento. Entretanto, esta situação mudou rapidamente a partir do Século XX. Graças aos modernos sistemas educacionais, milhões de pessoas desenvolveram e estão a desenvolver o poder de pensar e manipular a energia do pensamento. Aqueles que podem registar e ceder a estes impulsos e padrões de pensamento que portam as sementes da cultura e civilização do mundo e que procedem da Mente Universal são na actualidade suficientemente numerosos para formar um grupo mundial.

Diz-se que “o que está a acontecer no mundo, hoje em dia, vem determinado pelas ideias” e isto pode ser observado, claramente, nestes momentos. As pessoas que possuem algum conhecimento sobre o poder do pensamento, sobre os efeitos das correntes de energia mental, que fluem da mente, enfrentam uma situação de grande responsabilidade e que por sua vez lhes proporcionam uma grande oportunidade. Os pensamentos são energia e a energia segue o pensamento. Esta é a base de todo o trabalho criador no plano mental. Se uma pessoa cujos pensamentos reflectem a verdade pode transformar o clima mental do meio ambiente. Da mesma maneira, os pensamentos egoístas, não controlados ou destrutivos, podem envenenar a atmosfera mental. Os nossos pensamentos são mais poderosos do que, geralmente, se acredita. Daí a necessidade dum uso criativo e construtivo deste poder.

O universo é a expressão dum plano e propósitos divinos. Não é uma “concorrência fortuita de átomos”, mas o desenvolvimento dum elevado desenho ou padrão. Quando nos tornamos conscientes da necessidade de que formas de energias positivas e construtivas circulem, convertemo-nos em colaboradores conscientes do Plano Divino. Nestes momentos, começamos a reconhecer mais nitidamente a realidade do mundo mental e a trabalhar mais conscientemente para sermos capazes de registar e responder às ideias e princípios fundamentais, que estão a tentar manifestar-se no mundo e que fazem parte das linhas de acção dum Plano. Começamos a darmos conta, também, da existência daqueles que poderiam ser denominados “Os Guardiões do Plano” (a Hierarquia Espiritual) cuja tarefa é a preparação das directrizes do Plano para que a humanidade as utilize e desenvolva. Identificamo-nos e associamo-nos com o processo criador universal, compartilhado pela Hierarquia espiritual e por todos os pensadores criativos, cujo trabalho está inspirado no amor e no serviço.

Qualquer um pode cooperar na tarefa para que “o Plano se expresse por meio do pensamento”. Os objectivos fundamentais do Plano são: que a luz ilumine as nossas mentes, que o amor governe todas as relações e que a vontade de Deus dirija os assuntos dos homens e das mulheres. Todos aqueles que realmente procuram amar e servir a humanidade estão a cooperar com o Plano. As pessoas que conhecem o poder do pensamento e que podem começar a trabalhar com a energia do pensamento, no plano mental, podem desenvolver um papel adicional criativo.

A Ciência da Mente
O uso sábio e adequado da energia do pensamento, para o serviço, não é para a maioria das pessoas um processo automático. Requer esforço e disciplina, além da compreensão dos princípios nos quais se baseia o uso criativo da mente. Os seguintes pontos revelam-nos alguns dos fundamentos desta ciência da mente.

1 – O pensamento é criador, ao construir mediante a formulação, desenvolvimento e clarificação de ideias. É também comunicativo, pois a mente projecta as “formas de pensamento” para o seu destino.

2 – A criação, mediante o pensamento positivo, requer uma consciência emocional estável, uma mente que pode manter um enfoque e concentração num tema ou ideia, sem interrupções ou distracções, e condições físicas que permitam conseguir isto.

3 – Requer-se uma pureza no motivo para realizar esta tarefa. Isto não é um ideal impossível; o propósito que move a acção deve ser o do serviço impessoal e desinteressado. Trabalha-se em benefício e para a inspiração de toda a família humana.

4 – A mente deve estar unida ao coração no serviço espiritual criativo. Cristo disse: “Como um homem pensa no seu coração, assim ele é” e se o pensador trabalha com um coração fechado ao fluxo do amor, o pensamento carecerá do magnetismo necessário para alcançar o seu objectivo.

5 – Existem muitas maneiras de reflectir sobre um determinado tema para o poder esclarecer e desenvolver. Deverá realizar-se um esforço para penetrar mais além das aparências externas em busca dum significado, duma transcendência, de relações com outras ideias ou correntes de pensamento, ir em busca das causas e não dos efeitos. A intenção de conseguir isto levará o pensador a reflectir sobre aquilo que não pertence à natureza da forma e que pode conduzi-lo à contemplação, fonte de inspiração e iluminação.

6 – O pensador, ao chegar a um certo ponto, deverá elevar a sua consciência para a alma (a consciência crística no nosso interior) e, meditando na luz da alma, unir-se, mentalmente, à Hierarquia espiritual.

Desta maneira, ajudaremos a construir a conexão entre a mente de Deus e as mentes dos homens e mulheres e através deste canal podemos contribuir para que o Plano se vá instaurando nas consciências humanas. Ao mesmo tempo invocamos o fluxo de luz, de amor e de vontade para o bem para que, através deste canal, chegue às mentes e corações de todos.

7 – O pensador deverá dar-se conta de que somos, de facto, parte dum grupo mundial de pensadores, unido subjectivamente em qualquer trabalho de serviço criativo que se realiza mediante a energia do pensamento. Um pensador tanto pode contribuir com energia para o “centro de pensamento”, criado por um grupo, como extrair energia dele. Quando se está a trabalhar com energia mental, mediante a união da consciência com o grupo, agrega-se poder à própria contribuição e à dos demais.

8 – As formas de pensamento deveriam ser construídas com tanto cuidado e precisão como se se tratasse duma casa. Assim como um arquitecto deve ter em conta o desenho, os materiais, as instalações eléctricas, a iluminação, a calefacção, os trabalhos de canalização, e combinar todos estes elementos para que uma casa resulte bela, prática, económica e agradável de habitar, da mesma maneira a pessoa criativa que trabalha com o pensamento deve ter em conta todos os factores que são empregados na criação mental. Como existem milhões de casas mal desenhadas e mal construídas no mundo, também existem milhões de pensamentos inadequados e formas mentais relativamente inúteis. No processo de construção de formas mentais, a principal técnica empregada é a visualização mental.

As regras para o uso criativo da energia mental são as mesmas para a meditação, embora se devesse dar uma conotação mais ampla a este termo do que foi dada até agora. O cientista, que trabalha num laboratório tentando desvendar as leis da natureza, encontra-se ocupado numa forma de meditação. Planear com cuidado como ajudar aqueles que necessitam, é meditação. A clarificação de conceitos filosóficos, a formulação de princípios filosóficos, é meditação. A aplicação do poder mental para resolver problemas governamentais e nas relações internacionais, é meditação. Em todos se aplicam os mesmos processos de pensamento. Os temas e, portanto, os pontos de ênfase diferirão, mas o processo é idêntico. Sempre que o motivo da tarefa seja o bem-estar de todos, sempre que se realiza um propósito e intenção desinteressados, pode considerar-se que o trabalho realizado está a responder aos princípios do Plano.

Pretende-se que a energia espiritual faça impacto sobre as mentes humanas, as quais são o único instrumento disponível, no seu efeito combinado, através do qual a Vontade de Deus se pode manifestar. O lugar que a humanidade ocupa no plano cósmico torna-se mais vital e evidente quando nos damos conta de que, uma das nossas responsabilidades principais, é o direccionamento das energias procedentes do plano mental e a criação daquilo que é desejado, de acordo com o propósito de Deus para a Sua criação. Os homens e as mulheres, em conjunto, estão a atravessar uma etapa no seu desenvolvimento evolutivo que lhes permitirá criar mais conscientemente com a matéria. Isto implica uma realização do Plano arquetípico, com um processo consciente de criação voluntária, de tal modo que possamos cooperar com o ideal, trabalhar segundo as leis e produzir aquilo que está em consonância com o Plano.

O Trabalho Criativo do Pensador
A criatividade, totalmente consciente, em linha com o Plano, requer uma compreensão da natureza da energia e uma habilidade para dirigir correntes energéticas. Todavia são poucos os membros da família humana que trabalham conscientes e deliberadamente com a matéria mental.

A energia do pensamento, que agora emana de cada ser humano em correntes comparativamente débeis, pode ser dirigida para a criação do que o grupo deseja e não meramente para o que deseja o indivíduo. Para cooperar neste trabalho com a matéria mental é fundamental a faculdade de trabalhar de modo grupal, sendo cada pensamento enviado com uma missão definida, acrescentando o seu aporte de energia a alguma corrente específica e conhecida. Este último ponto é importante, já que, se pretendemos prestar uma ajuda válida, a energia do pensamento deve ser claramente dirigida a algum canal particular de serviço.

Toda a actividade de qualquer classe é o resultado de:
a) Formas de pensamento construídas consciente ou inconscientemente.
b) Formas de pensamento que são originadas pelo próprio indivíduo ou pela influência das formas de pensamentos dos outros.
c) A sensibilidade aos próprios impulsos interiores ou a sensibilidade aos impulsos de outros e, em consequência, às formas de pensamento grupais.

Portanto, a importância deste tema é evidente, pois homens e mulheres estão influenciados pelas formas mentais que eles mesmos e os demais criam.

O trabalho criativo terá êxito se as pessoas que o realizam puderem reconhecer as tendências e direcções das suas próprias mentes e pensamentos; se puderem reconhecer o grupo em cuja linha de pensamento o seu trabalho criativo pode frutificar e se são conhecedores do propósito pelo qual julgaram correcto construir com o pensamento, mantendo esse propósito firme enquanto a forma de pensamento continua sendo de utilidade.

Objectivos do Plano
Um dos factores que devem ser compreendidos, quando consideramos a importância do uso criativo da mente, é que existe e sempre existiu um Plano para a humanidade. Foi aplicado durante o desenvolvimento evolutivo de épocas passadas e também através de impulsos particulares, que se manifestaram a cada certo tempo por meio de grandes intuitivos e mestres da raça. Na actualidade existe um número bastante elevado de homens e mulheres no mundo que estão suficientemente desenvolvidos para contactar e trabalhar em conexão com este Plano.

Mediante o uso criativo da mente dos homens e mulheres de qualquer lugar, podemos ajudar para que este Plano Divino para a humanidade se manifeste externamente.

A seguir são expostos alguns dos principais objectivos do Plano para a humanidade:
A – A criação de uma síntese subjectiva na humanidade.
B – O despertar da luz nos seres humanos em grande escala.
C – O estabelecimento de um grande ponto de luz que ilumine o pensamento humano em sua totalidade.
D – Terminar com uma época de separatividade.
E – Elevar a consciência das massas a níveis mentais.

O resultado disto será:
1 – A formação de unidades grupais unidas por um pensamento comum. Isto vem sendo desenvolvido desde o Século XV.
2 – A criação de uma humanidade caracterizada por três coisas
A – Um sistema de intercomunicação e inter-relações (rádio, telefone, televisão, viagens, telepatia).
B – Um sentido de responsabilidade para com nossos semelhantes. Compreensão da boa vontade.
C – Reconhecimento da omnipresença. A Vida Una.

Existem outros aspectos deste Plano e outros objectivos importantes, mas nenhuma parte do Plano pode se estabelecer entre a humanidade se não for através do uso criativo da mente.
Somente agora começamos a entender o poder do pensamento e a energia que o pensador pode aplicar. Mediante o pensamento criativo, percepção espiritual e uma correcta interpretação, os homens e mulheres podem ajudar com que o reino de Deus se estabeleça na Terra.

O Trabalho de Triângulos
O serviço de Triângulos está a contribuir para o desenvolvimento de relações humanas correctas em todo o mundo. Um conhecimento e compreensão da relação entre energia e pensamento são de grande importância nesta tarefa. O trabalho desenvolvido por Triângulos está a dirigir a energia mediante o poder do pensamento. Utiliza-se o poder do pensamento enfocado para invocar e dirigir as energias de luz e boa vontade ao seio da humanidade, que tanto são necessárias na actualidade. É um trabalho profundamente científico, mas fundamentalmente simples. Mediante a invocação, oração ou aspiração e a meditação (não importa a palavra que se utiliza) as energias espirituais são libertadas e postas em actividade.

O constante impacto do pensamento correcto, matizado pela energia da boa vontade, está a ter um efeito estimulador e curativo sobre a consciência da humanidade. Além disso, está a ser criado um grande foco de energia de boa vontade que é utilizada como fonte de inspiração por todos os que trabalham pela humanidade em todo o planeta.

Qualquer pessoa pode formar um triângulo com outras duas pessoas, se crêem no poder do pensamento criativo. Este triângulo, quando unido com a rede mundial de Luz e Boa Vontade, pode ser uma expressão prática da potência do pensamento e uma contribuição para o esforço de desenvolver relações humanas correctas em todo o Planeta.

A Grande Invocação
Do ponto de Luz na Mente de Deus
Flua luz às mentes dos homens.
Que a Luz desça à Terra.

Do ponto de Amor no Coração de Deus
Flua amor aos corações dos homens.
Que o Cristo volte à Terra.

Do centro onde a vontade de Deus é conhecida
Guie o propósito as pequenas vontades dos homens –
O propósito que os Mestres conhecem e servem.

Do centro a que chamamos raça dos homens
Cumpra-se o Plano de Amor e Luz.
E que ele feche a porta onde mora o mal.

Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano Divino na Terra.

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[1] Alice LaTrobe Bateman, mais conhecida como Alice A. Bailey (Manchester, 16 de Junho de 1880 a 15 de Dezembro de 1949) foi uma pesquisadora e escritora inglesa.
Os seus trabalhos concentram-se na área da teosofia. Mudou-se para os Estados Unidos em 1907, onde permaneceu até morrer em 1949. Autora com vastos conhecimentos em misticismo, desencadeou um movimento esotérico internacional. Em 1922, Bailey iniciou a Lucis Trust Publishing Company; em 1923, a Escola Arcana; e em 1932 o Movimento Internacional da Boa Vontade.
É uma das herdeiras da escola teosófica fundada pela esotérica russa Mme. Helena Blavatsky. No outono de 1919 foi contactada pelo mestre tibetano Djwhal Khul (etérico) e desse encontro surgiram os 24 livros, escritos entre 1919 e 1949.

 

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