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"E Agora?"

'E AGORA?'  (TIPIFICAÇÃO DE UMA PRIMEIRA CONSULTA)

Francisco Godinho - 07/09/2002

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… Visto o tema não possuir intrinsecamente qualquer tema, ou melhor, se prestar a qualquer um, decidi-me por transcrever a forma como me comporto no gabinete, ao receber um paciente pela primeira vez.

Procurando evitar tornar-me fastidioso, irei recriar uma situação tipificada que procurarei relatar sumariamente. Se para mais não tiver utilidade, pelo menos irá servir para mais tarde, após o termo do curso eu confrontar os progressos obtidos relativamente ao meu estádio actual.

Na minha prática como terapeuta vibracional, recorro a várias técnicas, de entre as quais procuro realçar face aos potenciais pacientes o Reiki e os Florais. Penso que o que irei relatar deverá diferir em muito daquilo que é a prática habitual da maioria dos restantes terapeutas florais, mas decerto que, tal como eu, cada um contará com uma série de outras especificidades consentâneas quer com o seu sistema de crenças, quer com a sua formação escolar e/ou pós-escolar.

Não consigo ter previamente uma ideia mesmo que apenas aproximada de qual ou quais as terapias que irei empregar, pois as pistas surgirão intuitivamente no decorrer da entrevista. O meu desejo é ajudar o paciente com os meios que estiverem ao meu alcance, no sentido de que, por um lado ele maximize a auto-aceitação e fomente o amor-próprio de forma salutar e por outro lhe revelar pistas que o ajudem a reencontrar um caminho convergente com aquilo a que gosto de chamar o “movimento da Alma”.

Na qualidade de reikiano, previamente à entrada do paciente (acerca do qual o meu conhecimento geralmente se resume ao seu nome próprio), recorro a um preceito que a mim próprio imponho e que consiste basicamente em me esvaziar o máximo possível do meu ego, a fim de me abrir amplamente à realidade do ser que dentro de alguns momentos irá franquear a porta do gabinete e procurar respeitar e preservar o seu livre arbítrio bem como o de todos os implicados no seu processo de cura.

Dessa forma, executo um curto cerimonial no decorrer do qual me sintonizo com a Fonte da Energia Universal de Vida
[1], solicito que o meu canal[2] seja purificado e manifesto a minha firme intenção de, durante a sessão, ser um mero instrumento de cura.

Chegado esse momento, poderia formular a mim próprio a pergunta “E agora?”. Não o faço exactamente dessa forma, mas estou convencido de que interiormente ocorre uma atitude expectante. Daí para a frente deixa de ter lugar qualquer expectativa, uma vez que entrego o resultado do trabalho ao paciente e ao Universo.

Depois de o paciente ter entrado cumprimento-o ainda de pé e indico-lhe uma cadeira e contorno a secretária em movimentos pausados, sento-me e, após uns segundos de silêncio em que o olho nos olhos, pergunto-lhe em que lhe posso ser útil. A partir desse momento é tudo muito imprevisível, havendo apenas em comum o facto de que preencho uma pequena ficha com os seus dados pessoais a que acrescento apenas uma ou duas anotações (geralmente referentes a doenças físicas por ele referidas).

Quando entendo que é chegado o momento oportuno, dou início a uma fase específica da entrevista, em que recorro a um formulário por mim desenvolvido contendo várias afirmações e através das quais procuro captar quais as suas

particularidades emocionais. Cada resposta sua conduz geralmente a algumas perguntas visando esclarecer melhor cada situação. Esse formulário, que enriqueço com as anotações que entendo pertinentes, acaba por constituir como que a ficha de consulta, contendo as chaves da evolução do paciente.

No decorrer desta fase, costumo dar a conhecer resumidamente as formas como poderei auxiliá-lo, tendo por base a informação que vou recolhendo. Se entendo que há outras terapias úteis mas que não domino, aponto-as ao paciente, bem como a forma de contactar algum terapeuta dessa área. Sempre que o entendo, introduzo o tópico da modificação de hábitos de vida, sobretudo no que refere a vícios e higiene alimentar, bem como atitudes ou comportamentos pouco sadios. Após ter chegado a um ponto satisfatório da entrevista, convido o paciente a deitar-se na marquesa, relaxar (ensino-lhe uma técnica simples e eficaz) e dou início a uma sessão de terapia energética por contacto (geralmente é Reiki, mas poderá ser uma outra que a intuição me dite).

Se entender que parte da solução do problema passa pelo recurso aos florais, informo o paciente desse facto e no final do dia, já em casa (onde possuo uma divisão com condições de assepsia que a tal se prestam), com base nas conclusões a que chego após o estudo da ficha de consulta, preparo a composição que entendo como mais indicada para o caso, passo para o computador o essencial da informação, bem como a fórmula da composição. Nos dias seguintes, o frasco contendo a composição floral é colocado à disposição do paciente no local onde a consulta decorrera, ou é enviado pelo correio para o seu endereço.

Debruço-me então sobre as fichas de consulta e analiso-as com maior ou menor detalhe, consoante a delicadeza que o assunto parece ter, anotando eventualmente um ou outro tópico que precise ser mais aprofundado na consulta seguinte. Esta última fase é, no meu entender, um momento em que tanto a intuição quanto os conhecimentos adquiridos se interligam na busca da solução mais apropriada e é também claramente aquela em que a minha parte racional mais se impõe.

[1]         O termo Fonte da Energia Universal de Vida é uma forma de nós reikianos (qualquer pessoa que já foi iniciada pelo menos no primeiro nível de qualquer das modalidades de Reiki) nos referirmos a Deus na sua globalidade sem nos enredarmos em questões religiosas, ou se assim o preferirmos, à energia propriamente dita como um todo.

[2]         Canal consiste basicamente na “ferramenta” que permite a um reikiano transmitir ao paciente a energia que o rodeia, sem qualquer desgaste energético da sua parte. É uma capacidade energética que apenas se pode obter por iniciação efectuada por um mestre de Reiki, podendo descrever-se como a abertura de um percurso energético específico que vai do chakra coronário ao chakra cardíaco, dividindo-se então em dois até aos chakras das mãos. Este canal permite captar energia envolvente e canalizá-la para o paciente através da simples imposição das mãos no seu corpo físico.

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