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Cancro - O Inimigo Silencioso?

Cancro - O Inimigo Silencioso?


Francisco Godinho - 29/11/2010

Será o cancro o tão temido inimigo silencioso ou é um convite irresistível ao despertar duma consciência mais profunda daquilo que somos?

Cancro - O Inimigo Silencioso?

É um facto que a simples desconfiança da hipótese de existência de cancro é, não apenas em termos pessoais mas também familiares, extremamente perturbadora e inquietante. Tanto assim é que para a esmagadora maioria da população a própria palavra cancro é banida e mantém-se um conjunto de tabus à sua volta, inevitavelmente voltados para o fatalismo e a crença instalada de que uma vez instalado, conduz irredutivelmente à morte.

Não me tome por arrogante, mas ouso afirmar tão claramente quanto possível que, assim como para todas as outras doenças tidas por menos graves, existe de igual modo a cura para o cancro, bem como para as outras assumidas como letais. Se não confia nestas palavras, lanço-lhe um desafio: atreva-se a ler este artigo até ao fim e perceberá porquê...

No contexto actual assiste-se a um interesse crescente pelas investigações sobre as conexões entre o corpo e a mente, o que de algum modo espelha a mudança de paradigma nos cuidados de saúde (passando de uma abordagem fisio-patológia para uma abordagem globalizante), em que as necessidades espirituais fazem parte integrante das necessidades físicas e psicológicas.

As principais razões que os pacientes referem em relação à importância dos profissionais de saúde atenderem às necessidades espirituais são: que estes compreendam a forma como as suas crenças interferem no seu problema de saúde; que os compreendam melhor como pessoas; que os profissionais de saúde ajudem a construir um sentido de esperança realista; que sejam capazes de os ouvir.

Embora a relação entre espiritualidade e cuidados de saúde esteja já evidenciada na investigação, há ainda um longo caminho a percorrer. Devendo referir-se que a espiritualidade é uma dimensão importante do homem, que a par da dimensão biológica, intelectual, emocional e social, constituindo aquilo que determina a sua singularidade como pessoa.

O novo paradigma da saúde, que com a máxima urgência deverá substituir o actual, ajudará a que rapidamente se generalizem muitas das soluções válidas e de eficácia comprovada, que até agora têm sido encontradas, baseadas na associação terapêutica, na sinergia entre algumas das práticas da medicina dita convencional, com outras tidas por complementares ou alternativas e, sobretudo, uma abordagem espiritual que auxilie o paciente e encontrar-se consigo próprio, a amar-se, a aceitar-se como é, a respeitar-se, tendo como base o exercício do perdão dos outros e aos outros, mas sobretudo a si próprio.

Há outras formas de curar o cancro!

Ainda que, por enquanto, persista em reinar um medo absurdo de falar no assunto, cada vez é maior o número de profissionais na área da saúde, nomeadamente médicos, que reconhece a enorme importância da interdisciplinaridade na prevenção e na cura de doenças até agora tidas como fatais.

Alguns médicos de vários países estão deveras indignados no que respeita ao tratamento do cancro e mais de 75% dos oncologistas entrevistados disseram que se tivessem cancro, nunca usariam a mesma quimioterapia como arma principal do tratamento do cancro, por um lado devido à ineficácia da quimioterapia, e por outro devido ao seu inaceitável grau de toxicidade.

Esta constatação obriga a abrir aqui um curto parêntesis, apenas para deixar uma pergunta no ar, que me parece da maior pertinência: Se todos sabem isso, porque prosseguem na absurda repetição do mesmo erro, quem os obriga a isso e que interesses instalados os impedem de recorrer a soluções diversas daquelas?

Estamos perante uma enorme procura por tratamentos alternativos para o cancro. E, através de pesquisas em vários lugares do mundo inteiro e de leituras específicas encontram-se vários tratamentos alternativos e inovadores que estão a possibilitar aos profissionais de saúde e ao paciente olhar por um outro ângulo a nova medicina que propicia a cura integral do paciente, conciliando o físico, o emocional e o mental.

Porém, a procura de formas alternativas de cura para o cancro, está bem longe de ser um assunto recente, senão vejamos:
•        Um relatório de pesquisas baseadas na leitura das obras Edgar Cayce[1], salienta que ele alimentava a opinião de que, por vezes, o cancro é um padrão kármico, apontando então as principais causas do cancro e formas possíveis do seu tratamento, tais como técnicas de visualização e meditação de auto-cura nas quais se procurava combater (dissolver) o cancro, sendo este método extensivo a outras doenças.
•        Bruno Groening[2] criou uma Corrente de Cura Espiritual e pedia às pessoas que tenham confiança e fé em Deus, e que a saúde, inversamente à doença, é o estado natural de todos os seres vivos. Ele afirmou que a saúde, e a cura da doença, é causada pela absorção da força de vida divina - o “Heilstrom”.
•        Joshua David Stone[3] (psicólogo transpessoal americano e grande autoridade em matéria de espiritualidade), sugeriu um programa de cura do cancro que passa inevitavelmente pelo amor e pelo perdão. Dentre os seus ensinamentos, o ponto em que ele mais insistia é o de que todos nós temos um Eu Superior, que pertence ao mundo das vibrações superiores, no entanto, deixamo-nos conduzir pelo eu inferior, que é uma existência não-real criada pela mente inferior. Uma expressão que poderia resumir o seu pensamento é: “Eu sou a alma, eu sou poder, amor e sabedoria! Eu sou o desígnio estabelecido! Deus, a minha mente subconsciente e o meu poder pessoal são uma equipa imbatível!”.
•        Thorwald Dethlefsen e Rüdiger Dahlke, no seu livro “A Doença Como Caminho”, abordam o conteúdo psicológico associado a vários tipos de doenças e incidentes, que, por os não conseguirmos trabalhar de forma adequada com a nossa mente consciente, passam a fazer parte da nossa chamada “sombra”, não são percebidos conscientemente mas manifestam-se no nosso corpo físico, para que dessa forma os possamos vivenciar, para superar e integrar os seus consequentes desafios e ensinamentos.

Do ponto de vista fisiológico, a chave para prevenir e para combater o cancro e outras doenças degenerativas parece prender-se com o recurso a anti-oxidantes. É de relevar a grande importância para a saúde humana, da ingestão de vegetais como a couve, espargos, soja, brócolos, trigo, linhaça, cevada, vários alimentos crus, bem como a eliminação de carnes vermelhas, leite e açúcar refinado das dietas alimentares. Uma busca na internet permite aceder a listas de alimentos e suplementos a preços reduzidos, considerados como os mais eficazes para pessoas com cancro ou em recuperação dum recentemente contraído.

Assim, mesmo que em letra miúda e em páginas de menor importância dos nossos jornais e revistas, ou até na rádio e na televisão, ocasionalmente lá vai aparecendo (cada vez com maior frequência e acutilância) uma ou outra notícia que refere a importância da Espiritualidade na cura do cancro, ou trazendo à luz testemunhos de curas espirituais e outras abordagens até agora tidas como incomuns, em artigos com títulos do género: “Senhora idosa que, sem o saber, sofria de cancro do fígado, curada apenas pelo poder da oração”, ou “Relatório médico documentando a cura dum cancro de estômago através duma corrente de cura espiritual”, ou “Remissão espontânea dum cancro em fase terminal após suposta iluminação espiritual”, ou “Cura ‘milagrosa’ após uma experiências de quase-morte bo bloco operatório”, ou “Fabulosa experiência de quase-morte seguida pela cicatrização súbita de todas mazelas”, ou “Cancro terminal curado por milagre por um simples toque”, ou “Em Lourdes a cura pela fé: a completa regeneração de um osso do quadril que anteriormente se desintegrara devido a um sarcoma maligno é o efeito duma cura milagrosa”.

Têm vindo a lume, sobretudo através da internet, mas também em alguns canais de televisão especializados, várias soluções terapêuticas para a remissão eficaz do cancro utilizando produtos correntes e de baixo custo tais como o peróxido de hidrogénio (que, em solução aquosa de 3% a 9%, é conhecido comercialmente como água oxigenada), o ozónio, ou o bicarbonato de sódio[4].

A remissão espontânea de tumores cancerosos de pacientes que trabalham as emoções, através de práticas de visualização tem-se revelado uma poderosa técnica de auto-cura aplicável a muitas outras doenças. Nos casos conhecidos de remissões de cancro em fase “terminal”, os pacientes têm uma coisa em comum: uma grande mudança de atitude ou de consciência face à vida.

Entre as principais abordagens de cura holística, contam-se os programas de mensagens subliminares, manifestação de intenção, meditações guiadas, afirmações e visualizações, a focalização sobre as necessidades da nossa criança interior, que se revelam poderosas ferramentas para esvaziar o campo bioenergético de energias inúteis e deletérias e restabelecer o equilíbrio e a revitalização da aura e dos restantes corpos subtis, a fim de que tal acção tenha um poderoso reflexo no funcionamento do corpo físico.

O Reiki, um tratamento energético natural que não recorre a quaisquer meios que não sejam a simples canalização de energia de muitíssimo elevada qualidade (Rei) como forma de reforçar a energia vital (ki) do paciente, tem-se vindo a mostrar tremendamente eficaz no auxílio prestado no tratamento do cancro. De tal modo tem ocorrido que os médicos oncologistas que lidam diariamente com pacientes que estão paralelamente a receber tratamentos da medicina convencional e Reiki, têm vindo a reconhecer nestes uma muito mais efectiva recuperação, para a qual concorre um menor recurso a medicamentos com efeitos secundários gravíssimos.

Para além do Reiki muitas outras formas de ajuda existem, sendo de todas a mais relevante o recurso a ferramentas de desenvolvimento pessoal e de amadurecimento espiritual, que levam o indivíduo a adquirir uma visão diferente da vida, a uma redefinição dos seus valores, a ter uma perspectiva mais abrangente e responsável do mundo que o rodeia.

Certamente que os laboratórios não estão interessados em que este tipo de informação noticia se divulgue, uma vez que tudo isto põe em causa os exorbitantes lucros nos medicamentos que eles fabricam para uma doença tão grave que pode ser curada simplesmente com o poder da mente.

O despertar duma nova consciência...

Retomando “A Doença como Caminho”, a que há pouco me referi, podemos concluir que, exactamente por fazerem parte da nossa “sombra” e habitarem no nosso inconsciente, e não o consciente, o mais normal é não aceitarmos estar a viver ou termos alguma relação com quaisquer dos assuntos levantados pelas perguntas e questões associadas às doenças citadas, uma vez que o mais normal é negarmos a existência em relação às nossas vidas das situações analisadas...

A dado passo (na página 105 da tradução portuguesa) os autores afirmam que o sintoma começa por ser suave e vai agudizando sempre até à pressão mais severa, num convite a que nos questionemos e assumamos conscientemente algo que até então se mantinha reprimido. Quanto maior for a resistência, maior a pressão exercida pelo sintoma.

Entretanto, mais adiante, (na página 111) eles dizem que é possível deduzirmos se uma interpretação está correcta ou não pela reacção que ela suscita. As interpretações correctas começam por desencadear uma espécie de mal-estar, uma sensação de medo e, por conseguinte, de afastamento. (…) Seria bom termos um amigo ou companheiro a quem possamos perguntar e que tenha a coragem de nos dizer com franqueza quais as fraquezas que menos gosta em nós. Mas, se escutarmos as manifestações e críticas dos nossos inimigos, tal afigurar-se-á mais seguro ainda visto que estes têm sempre razão.

De entre tudo quanto é ali dito, entendi como especialmente pertinentes para este artigo os excertos que se seguem:
Regra: Uma observação, quando é acertada, dói.
(…) 7 – O Ser Humano tem no sintoma tudo aquilo que lhe falta na consciência.
(…) 8 – A cura só é possível quando o Ser Humano assumir a parte de sombra que o sintoma representa.

O cancro não revela amor vivido – o cancro é amor pervertido:
•        O amor ultrapassa todas as fronteiras e limitações.
•        No amor os opostos fundem-se num só.
•        O amor é união com o todo: torna-se extensivo a tudo a não se detêm diante de nada.
•        O amor não teme a morte porque o amor é vida.
•        Aquele que não vive o amor na consciência corre o risco de que o amor se afunde no plano corporal e procure impor aí as suas leis sob a forma de cancro.
•        Também a célula cancerígena ultrapassa todas as fronteiras e limitações. O cancro descura a individualidade dos órgãos.
•        Também o cancro se expande por todas as partes e não se detém diante de nada (metástase).
•        Também as células cancerígenas não temem a morte.

O seu trabalho para casa:

Concorda comigo que a forma como observa e como reage ao mundo à sua volta, mas sobretudo a maneira como lida consigo próprio é determinante para a manutenção da sua saúde, que tem de ser abordada dum ponto de vista integral (físico, emocional, mental e espiritual)? Então aqui vão aqueles a que chamo os Exercícios do Amor e do Perdão!!

Faça (de preferência, em frente a um espelho, ou então num local calmo e com os olhos fechados, mas se nenhuma destas circunstâncias for fácil para si, faça-o como lhe for possível, mas faça) muitas e muitas vezes ao dia a seguinte afirmação, duma forma convicta e sentida:
Eu amo-me cada vez mais do fundo do meu coração. Eu aceito-me como sou e respeito-me.”.
Diga isto vezes a fio, sem se sentir tolo/a por isso e um dia começará a acreditar que é mesmo verdade e então as coisas boas começarão a fluir na sua vida. Entenda que isso ainda não acontece agora “apenas” por falta de auto-estima, mas no dia em que se começar a achar merecedor(a) de amor, por se aceitar como é, sem recriminações, e mesmo assim se respeitar, a mudança começará a acelerar-se e terá então relacionamentos à medida da nova pessoa em que está a transformar-se. Até lá, continuará a atrair gente que não lhe serve, apenas porque também está num registo energético errado. Pode até ser “a tal pessoa”, mas noutro registo emocional mais seguro.

Então, quando se sentir com segurança suficiente para avançar para o patamar seguinte, sem deixar de fazer o exercício acima, o do perdão, que é o complemento dele, é assim:
xxxx[5], peço-te perdão por tudo quanto te tenho feito sofrer.
xxxx, perdoo-te por tudo quanto me tens feito sofrer.
Eu perdoo-me a mim mesmo/a por todo o sofrimento que tenho tido devido ao meu relacionamento com xxxx.

Tem de ser um de cada vez e faz-se repetindo de modo exaustivo a 1ª frase, até se sentir algo diferente no corpo, depois a 2ª da mesma forma e a 3ª também. O melhor é fazer uma lista escrita das pessoas de que se for lembrando, pois qualquer delas será importante para a sua cura. Creio que percebeu que este é um exercício a fazer isoladamente e em voz alta, tal como o do amor. Gradualmente, começará a ver resultados não apenas em si, mas também nos que o/a rodeiam.
Receba um abraço na Luz Divina


[1]        Edgar Evans Cayce nasceu em Hopkinsville, USA, a 18 de Março de 1877 e desencarnou em Virginia Beach, USA, a 3 de Janeiro de 1945, foi um clarividente norte-americano que, dentre outras, teria canalizado respostas para questões que tratam sobre espiritualidade, imortalidade, reencarnação e saúde. Era conhecido como "O Profeta Adormecido", porque predizia eventos futuros e prescrevia medicamentos, de "transe". Na área da saúde, teria predito o aparecimento de doenças modernas, como o stress, a tensão arterial alterada e o aumento das doenças cardíacas, como resultado da aceleração incontida do ritmo de vida e da inadequação biológica do ser humano a esse factor.

[2]        Bruno Groening, nascido a 30 maio de 1906 em Gdansk, Polska, e desencarnado a 26 de janeiro de 1959, em Paris, France, foi curador espiritual, que ganhou fama na década de 1940 e 1950, na Alemanha do pós-guerra. Existe um grupo dedicado a recordar os seus ensinamentos e documentar os inúmeros casos de curas realizadas (recorrrendo a relatórios médicos efectuados antes e após as suas intervenções espirituais, que se chama "Círculo de Amigos de Bruno Groening",  criado por ele e que foi reavivado durante vários anos após sua morte por uma professora austríaca, Greta Hausler. Esta organização ainda perdura e é inteiramente financiada através de doações e não tem funcionários pagos, sendo o trabalho totalmente executado por voluntários.

[3]        Joshua David Stone desencarnou em 2005, com 52 anos, tendo durante a sua vida escrito mais de 20 livros, 17 dos quais traduzidos para português, formado a I Am University, uma organização devotada ao processo ascensional do ser humano.

[4]        Tullio Simoncini, oncologista italiano, foi o pioneiro a aplicar o bicarbonato de sódio (NaHCO3) como meio de tratar o cancro. A teoria fundamental deste tratamento baseia-se no facto de que, apesar da quantidade de factores variáveis, a formação e a disseminação do tumor é causada por fungos. O bicarbonato de sódio, por ser diferente dos outros remédios anti-fungicos, é extremamente difusível e restringe a possibilidade dos fungos penetrarem no tumor.

[5]        Aqui, o xxxx representa o nome cada pessoa de que se lembrar com a qual haja o perdão a trabalhar, como por exemplo, pais, irmãos, parceiros sexuais, amigos, “inimigos”, etc.

 

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