A Produção das Essências Florais ZED
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A Produção das Essências Florais ZED

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O QUE SÃO OS FLORAIS ZED - A Produção de Essências Florais ZED (Francisco Godinho - 04/11/2006)

As essências florais são energia pura que a Fonte da Vida põe ao serviço do homem.
Florais ZED são a mágica energia das flores a zelar pela sua Saúde e bem-estar.


'Os florais são uma divina energia de cura que a Fonte de Luz coloca nas mãos da Humanidade para a apoiar do actual processo de Ascensão.'
Francisco Godinho

A fase da produção duma essência floral, que se segue à colheita das flores, consiste exactamente na transmissão da energia contida nas flores para o suporte aquoso, no qual aquela se irá conservar por tempo indeterminado.

No que a esta fase concerne, importa salientar em primeira instância a proveniência da água utilizada, tendo em conta factores tão influentes como a sua pureza bacteriológica e a quantidade de depósito seco que se forma após a sua evaporação.

No nosso caso, numa primeira fase, optámos por recorrer a água procedente de uma fonte existente nas proximidades de Torres Novas, em terrenos da jovem freguesia da Meia Via. A esta são atribuídas há várias centenas de anos amplas capacidades curativas, daí o nome pelo qual a referida fonte ainda hoje é reconhecida: Fonte Santa. Na fase actual, porém, devido a factores de vária ordem, de entre os quais avulta a proximidade geográfica relativamente à nossa actual residência, optamos por utilizar a água da Fonte de Grinde, na freguesia de Caranguejeira, concelho de Leiria.

Independentemente do método a que se recorra para a obtenção da essência floral, há que preservar ao máximo a integridade daquela, zelando nomeadamente para que não se registe qualquer tipo de contaminação, quer química, quer biológica, quer energética, sendo que todos os utensílios a que se recorre deverão estar impecavelmente limpos, além de que se deverá evitar a todo o custo o contacto directo das mãos.

No nosso caso específico, previamente à preparação da essência floral, procedemos a uma curta mas influente cerimónia ritualística no decorrer da qual nos ligamos conscientemente à Fonte da Energia Universal de Vida, solicitando a purificação no nosso canal condutor de energia, ao nosso Eu Superior, assim como ao Eu Superior das plantas que colhemos e que vamos empregar na confecção dessa essência. Aos dois últimos pedimos autorização para que a energia contida nas flores seja integralmente canalizada para a solução resultante e devidamente potenciada para que possa ser verdadeiramente útil para nós, seres humanos. Claro que nestas circunstâncias, a derradeira etapa da preparação duma essência floral, passa obviamente pelo agradecimento às entidades de luz e energia que colaboraram activamente em todo o processo tendente à sua obtenção.

Seguidamente serão explanadas as particularidades de cada método por nós empregue na produção dos florais. Actualmente, o método seleccionado para a produção de determinada essência floral depende apenas da nossa intuição do momento, sendo sem sombra de dúvida o da fervura lenta aquele a que mais vezes recorremos, seguindo-se-lhe o método misto, que corresponde a uma menor fracção das essências por nós produzidas. Tal circunstância deve-se a que, durante muito tempo, a nossa preferência quase sempre apontou para o método da fervura lenta, daí a grande disparidade de números verificada.

Antes de procedermos à obtenção da essência floral, fotografamos os espécimens, associando a uma ou duas flores aptas à obtenção do floral, folhas, botões, rebentos e eventualmente frutos, assim como outros elementos da planta que possam permitir uma identificação mais precisa. Seguidamente procuramos identificar a planta do ponto de vista taxonómico e por comparação com as disponíveis nos nossos livros e outros materiais de referência.

Uma outra etapa preparatória que quanto a nós se reveste de grande importância consiste no preenchimento da ficha do floral com base nos dados já disponíveis. A última etapa consta duma prévia limpeza das flores, separando-as de quaisquer elementos estranhos tais como folhas e impurezas.

Nota: Os produtos, técnicas, terapias e informações deste sítio não substituem a consulta do seu médico ou especialista!

O MÉTODO DA FERVURA LENTA

O MÉTODO DA FERVURA LENTA

Se bem que o nome pelo qual este método é conhecido possa parecer muito pouco científico, na verdade é o que o designa com maior precisão. Trata-se efectivamente de um método segundo o qual a temperatura da água é elevada até próximo dos 100º centígrados, sem jamais os atingir, ou seja sem que jamais se lhe permita entrar em ebulição.

Utilizamos invariavelmente uma caçarola em ferro esmaltado na qual vertemos trinta e três centilitros de água da fonte, seguindo-se-lhe as flores, despejadas directamente do envelope em que estavam contidas após a depuração final.

O processo decorre ao longo de uns poucos minutos, que dependem exclusivamente da intuição do preparador[1]. Pessoalmente, recorremos a um pêndulo devidamente centrado sobre o recipiente onde as flores e a água estão contidas, aguardando que o movimento pendular se faça no sentido horário, tendo sido previamente combinado que esse seria o sinal para desligar o bico de gás. Todas as etapas são por nós devidamente cronometradas e anotadas. A duração obtida cifrou-se entre os 7 e os 47 minutos, sendo que por norma os tempos mais curtos correspondem geralmente a flores de aparência mais frágil e os mais elevados às de consistência mais lenhosa. São apresentados aqui exemplos de duas das excepções a esta regra:

Granza Brava
Figura 1 - As flores da 'Granza Brava'.

A essência floral obtida a partir da Rubia tinctorum L., da família das Rubiaceae, mais conhecida como Granza-brava, Raspa-língua, ou Ruiva-brava, adoptou o nome 'Granza Brava' (Figura 1) e a referência ZD372, tendo a sua preparação demorado apenas 7 minutos.

A partir da Mantisalca salmantica (L.) Briq. & Cavillier, da família das Compositae, obtivemos a essência 'Mantissalca' (Figura 2), com a referência ZD164, que demorou 47 minutos a obter.

Mantissalca
Figura 2 - As flores da 'Mantissalca'.

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[1] Daqui para a frente, chamar-lhe-emos antes sintonizador.

 

O MÉTODO SOLAR

O MÉTODO SOLAR

O método solar consiste em permitir que o elemento fogo incida sobre as flores colhidas a fim de carregar a água com a energia nelas contida, utilizando-se para tal os raios provenientes do astro-rei do nosso sistema estelar. A maior limitação deste método, que no nosso país não é de qualquer forma significativa, prende-se à necessidade de que o céu esteja limpo ou com poucas nuvens, uma vez que um elevado grau de nebulosidade incide desfavoravelmente na potenciação energética do floral a obter.

Folha da Fortuna
Figura 3 - Aspecto da 'Folha da Fortuna'.

Neste método, utilizamos uma tina em cristal, na qual depositamos 33 centilitros de água da fonte e as flores, que colocamos num espaço arejado e onde o Sol possa incidir ao longo de várias horas, fazendo ocasionalmente a verificação com o pêndulo quanto à altura ideal para concluir o processo.

É este o método a que recorre a esmagadora maioria dos sintonizadores florais. Apresentamos um exemplo em que recorremos a este método, se bem que apenas parcialmente, para obter uma essência floral, a da 'Folha da Fortuna' (Figura 3), com referência ZD029, obtida após cerca de 4 horas de exposição ao Sol, de flores amarelas e laranja-avermelhado da Kalanchoe blossfeldiana, da família das Crassulaceae, mais conhecida como Calanchoe, Folha-da-fortuna, ou Saião.

O MÉTODO LUNAR

O MÉTODO LUNAR

O método lunar é relativamente recente e aplica-se sobretudo em flores cuja eclosão ocorre após o anoitecer. Geralmente escolhe-se uma noite de lua cheia para o efeito, se bem que em determinadas circunstâncias, motivadas sobretudo pela brevidade da vida das flores seleccionadas, não se possa de todo ter em atenção este pormenor. Sendo a sua selecção, pela nossa parte, fruto da intuição, jamais nos preocupámos em verificar as fases lunares em que tal ocorreu.

Figueira do Inferno
Figura 4 - Duas fases de desenvolvimento da flor do 'Figueira do Inferno'.

Para proceder à produção de essências sob este método, utilizamos uma tina de cristal, onde estão contidos 33 centilitros de água da fonte e as flores, que colocamos num espaço amplo e arejado, de modo a que a Lua, no seu movimento aparente, possa fazer incidir os seus raios directamente sobre aquela.

Não sendo uma planta de floração nocturna, o Ricinus communis L., da família das Euphorbiaceae, mais conhecido como Rícino, ou Figueira-do-inferno, fomos induzidos pela intuição a processar as suas flores, recorrendo parcialmente ao método lunar a fim de obter a essência floral 'Figueira do Inferno' (Figura 4), com a referência ZD152.

OS MÉTODOS MISTOS

OS MÉTODOS MISTOS

Chamamos métodos mistos àqueles em que intervêm dois ou mais métodos de obtenção de essências florais. Vulgarmente, quando se recorre à fusão de métodos, procura-se aproveitar as características energéticas distintas da Lua e do Sol, sendo que a primeira é considerada mais feminina, negativa ou yin, ao passo que à segunda se atribuem particularidades mais masculinas, positivas ou yang.

Novelo da China
Figura 5 - A bela flor do 'Novelo da China'.

Um relativamente pequeno número de essências florais foi por nós obtido recorrendo ao método misto de exposição parcial à Lua e ao Sol, do qual destacamos a 'Novelo da China' (Figura 5), de referência ZD151, obtida a partir da flor da Hydrangea macrophylla, da família das Saxifragaceae, mais comummente conhecida como Hortênsia, ou Novelo-da-china.

A OBTENÇÃO DA TINTURA MÃE

A OBTENÇÃO DA TINTURA MÃE

Dependendo daquilo que a intuição nos indicar no momento, caso o método utilizado tenha sido a fervura lenta ou a solarização, antes de a decantarmos para o recipiente onde irá ficar conservada, aguardamos ou não que a solução arrefeça por completo. Nesta operação de decantação, recorremos a filtros de papel que são vulgarmente usados para coar o café preparado em cafeteira e a um funil utilizado exclusivamente para esta operação. Como recipiente de armazenamento, utilizamos garrafas de setenta centilitros, castanhas, verdes, ou brancas, dependendo do lote disponível. Não nos parece fundamental a cor do vidro utilizado, porque os períodos de exposição à luz são insignificantes.

Após ter sido decantada a totalidade da solução, procedemos à lavagem e limpeza rigorosas da caçarola (no caso de termos recorrido ao método da fervura lenta), ou da tina de cristal (para os restantes métodos de produção) e do funil.

Caso as flores tenham sido colhidas nas imediações do 'laboratório' [2] onde preparámos a solução, deslocamo-nos até esse local e despejamos junto aos pés das plantas originais as flores utilizadas, assim como as folhas, botões e frutos que as acompanhavam. Porém, se o local da colheita ficar distante, optamos por despejar os conteúdos do filtro e do envelope num pedaço de terreno próximo, devolvendo-os assim à natureza.

O soluto obtido a partir da sujeição das flores ao elemento fogo, transmitindo para o elemento água a energia resultante é, do ponto de vista energético, uma substância poderosa, mas que carece de um conservante a fim de que não se deteriore.

Tradicionalmente, os sintonizadores utilizam um brandi ou um conhaque (cuja graduação alcoólica varia entre os 38 e os 44 por cento), em quantidade igual à do soluto floral a fim de garantir a sua preservação por tempo indeterminado, emprestando-se-lhe uma graduação total próxima dos 20 por cento, semelhante à dos licores. A solução assim obtida adquire o nome de Tintura Mãe e, quando correctamente obtida e conservada, oferece a garantia de uma longa vida.

Pessoalmente, optámos numa primeira fase pelo uso de aguardente vínica (com 38% de álcool) para garantir a conservação, mas, devido à grande flutuação das características apresentadas, precisamente na mesma marca, rapidamente fomos forçados a optar por uma bebida generosa de composição mais estável, que garantisse a médio e longo prazo a manutenção de características tão aproximadas quanto possível. Assim, a partir da primeira dezena e meia de essências produzidas, optámos por passar a utilizar gin de qualidade superior, obtido numa marca internacional de grande prestígio e, de facto, ao longo dos quase seis anos que até aqui decorreram, a sua qualidade tem-se mantido muito homogénea, oferecendo-nos grande segurança na sua utilização e a garantia de acesso ao produto sempre que necessário.

Como seria de esperar, segue-se então o engarrafamento definitivo da Tintura Mãe, fase na qual juntamos à solução floral igual quantidade de álcool (ou seja, trinta e três centilitros de gin) e a sua rolhagem cuidadosa. Para vedar convenientemente as garrafas recorremos a rolhas plásticas existentes no mercado e que estão preparadas para suportar pressões elevadas, se bem que neste caso tal não seja necessário.

Estamos convencidos de que a operação que a seguir descreveremos é única, pois jamais tivemos conhecimento de algum outro sintonizador que fizesse algo de semelhante. Centramo-nos, reforçamos a nossa ligação à Fonte de Energia Universal, pedimos que seja devidamente potenciada para o bem de todos a solução que temos nas mãos e depois agitamos[3] a garrafa num ritmo rápido durante duzentos e cinquenta impulsos verticais, enquanto mantemos a mesma intenção, enviando luz dourada e energia amorosa de cura para a garrafa, agradecendo no final a ajuda obtida. Seguidamente, vazamos uma pequena quantidade da Tintura Mãe para um frasquinho de vinte mililitros com tampa munida de pipeta, que irá ser usada para os testes e experiências, sendo este frasco rotulado apenas com o código de referência e armazenado num móvel de gavetas adquirido propositadamente para esse efeito[4].

A derradeira fase deste processo consiste na rotulação e armazenamento em armários opacos onde a luz não consiga penetrar, a fim de garantir uma maior longevidade ao produto obtido. No rótulo apenso à garrafa, apenas colocamos o código de referência, ficando todos os restantes dados disponíveis em suporte informático, do qual fazemos regularmente cópias de segurança.

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[2] Enquanto estivemos a residir em Torres Novas e, posteriormente, numa aldeia na sua proximidade, a fim de prepararmos a solução floral pelo método da fervura lenta, recorríamos invariavelmente à cozinha de uma habitação devoluta, que era usada exclusivamente por nós e apenas para esse fim. Actualmente, damos preferência aos restantes métodos, nomeadamente o misto, mas para o da fervura lenta por norma utilizamos a nossa própria cozinha e o bico mais pequeno do fogão, mas previamente arejamos o local, libertamos o máximo possível o espaço circundante e procedemos a uma limpeza energética rigorosa.

[3] Deve ser aqui evidenciado que, se bem que este procedimento seja deveras incomum na preparação de essências florais, ele nada tem de paralelo com a sucussão a que os remédios homeopáticos são sujeitos, não sendo portando na nossa opinião passíveis de serem efectuadas quaisquer comparações entre umas e outros, pois, quanto muito poderão as nossas considerar-se quanto muito como elixires alquímicos, graças aos cuidados específicos a que são sujeitas do decorrer do processo produtivo.

[4] Socorrendo-nos deste estratagema, reduzimos significativamente o número de vezes em que é necessário abrir os móveis que contêm as garrafas de armazenamento, além de que, num móvel com um volume de apenas 64 decímetros cúbicos, munido de seis gavetas cada uma com capacidade para 112 frascos de 20 mililitros, temos uma réplica de toda a nossa linha floral, incluindo os compostos.

Como Comprar

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(em construção ou modificação)

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Por favor, siga as instruções disponíveis nas linhas finais do separador 'Introdução'.

Depoimentos

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(em construção ou modificação)

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