A Utilização das Essências Florais ZED - 1
Florais ZED

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A Utilização das Essências Florais ZED - 1

Florais ZED

O QUE SÃO OS FLORAIS ZED - A Utilização de Essências Florais ZED - 1 (Francisco Godinho - 04/11/2006)

As essências florais são energia pura que a Fonte da Vida põe ao serviço do homem.
Florais ZED são a mágica energia das flores a zelar pela sua Saúde e bem-estar.

'O que conhecemos como doença é o estágio final de um distúrbio muito mais profundo; e, para assegurar um absoluto sucesso no tratamento, é óbvio que cuidar apenas do resultado final não será um procedimento de todo efectivo, a menos que a causa fundamental seja também suprimida.'
Edward Bach

Ao abordarmos a temática das Essências Florais, estamos decerto a referirmo-nos à resolução de determinados conflitos espirituais, emocionais, mentais ou físicos que perturbam a nossa interacção com tudo quanto nos rodeia, ou seja: nós mesmos, a nossa família, a sociedade e o meio ambiente.

De facto, os florais apenas fazem sentido no contexto da cura, tendo em conta um ulterior estado de saúde em que o conflito não se verifique, independentemente de o gatilho que o poderia despoletar se produzir ou não. Se um floral, para além de promover a cura, também proporcionar uma maior evolução espiritual, ou um melhor desempenho mental ou físico ao seu utilizador, tanto melhor, pois desse modo estar-se-á a dar mais um passo efectivo no encontro com a nossa própria essência.

Antes de nos debruçarmos sobre a matéria de facto, achamos da maior pertinência salientar aqui novamente o facto de que tudo quanto for relatado ao longo das próximas linhas se basear em exclusivo na nossa experiência pessoal, secundada e apoiada na experiência de uns quantos terapeutas holísticos das nossas relações, que nas suas práticas e vivências integram a terapia floral, tendo-se predisposto a auxiliar-nos incondicionalmente neste percurso complexo que é o de definir uma linha floral.

Previamente à distribuição comercial duma essência floral, tal como deveria ocorrer com qualquer outro produto, quer o bom senso, quer o sentido da ética, implicam que sejam efectuados testes aturados quanto ao seu préstimo e eficácia. Na presente parte deste trabalho iremos debruçar-nos sobre a produção duma Solução de Stock e sobre a sintonização, para depois efectuarmos uma breve incursão nos métodos por nós utilizados para aferir as propriedades de cada essência floral.

Do nosso ponto de vista, o produto resultante não poderá nem deverá ser uma amálgama infindável de opções, mas sobretudo um conjunto coeso e rectilíneo que, na sua multiplicidade, permita responder cabalmente a um número máximo de situações. A sua optimização passará decerto pelo acréscimo de umas quantas alternativas igualmente estruturadas e que encaixem funcionalmente no produto base.

Na actual fase produtiva, se bem que com um número ainda razoável de essências em fase de experimentação, estamos já em condições de poder perspectivar um conjunto que promova por si só uma resposta efectiva aos problemas com que nós terapeutas florais em toda a nossa diversidade nos confrontamos e que carece solucionar. Há inúmeras faixas de actuação nas quais a resposta por nós encontrada já se mostra suficientemente eficaz e segura, prometendo uma solução cabal para todos quantos destas essências se estão a socorrer.

Nota: Os produtos, técnicas, terapias e informações deste sítio não substituem a consulta do seu médico ou especialista!

A SINTONIZAÇÃO DAS ESSÊNCIAS

A SINTONIZAÇÃO DAS ESSÊNCIAS

'Quando os remédios vibracionais são intensificados, a força vital neles contida chega até às partes desequilibradas do corpo mais rapidamente e numa forma mais estável.'
Gurudas

Pessoalmente, empregamos o termo sintonização para nos referirmos ao acto ou conjunto de actos criativos que irão redundar na definição de quais as áreas específicas em que cada essência floral promete actuar com maior eficácia.

No decorrer das aturadas investigações por nós efectuadas, quer previamente, quer na preparação do presente trabalho, não conseguimos obter quaisquer elementos que nos permitam esclarecer de que modo ocorre com os restantes sintonizadores e sistematizadores a sintonização das essências florais por eles produzidas.

Para nós constitui um desafio abordarmos este tema, tanto mais que ele se reveste de grande controvérsia, uma vez que é praticamente impossível determinarmos onde começa ou acaba a nossa criatividade, a imaginação, a intuição, a memória do conhecimento adquirido, bem como outros factores externos que poderão ter maior ou menor peso na decisão final. Estamos sem sombra de dúvida no reino da subjectividade e aqui tudo é passível de aceitação incondicional assim como tudo poderá estar sujeito a um sem número de críticas e reprovações, pois tudo se baseia na abordagem pessoal e no sistema de crenças que condiciona ou é sustentáculo de cada um de nós.

Procurando exemplificar o acima exposto, digamos que connosco ocorre por vezes que, para passar à fase da sintonização, há situações em que o vazio dá automaticamente lugar a um conjunto mais ou menos alargado de respostas, ou seja, no decorrer de uma meditação guiada com o objectivo específico de determinar a utilidade duma determinada essência, poderemos obter uma resposta suficientemente explícita que permite a distribuição imediata da essência para que os restantes terapeutas possam proceder aos testes. Estes casos, connosco ocorrem digamos que raramente, sobretudo se nos ativermos ao número de florais cuja área de actuação já está por nós parcialmente definida. Mais raros ainda, são os casos em que nem sequer iniciámos voluntariamente um processo de relaxamento e meditativo, para que as respostas começassem a afluir à nossa mente.

O que ocorreu connosco numa fase inicial, consistiu em, através dum processo de investigação algo moroso e complexo, obtermos um máximo de informação acerca da planta cuja flor originou a essência, informação essa que é obtida na internet, em livros e revistas, em áreas como a botânica, a aromaterapia, a fitoterapia, a homeopatia, outras linhas florais, a sua assinatura, etc. Após o estudo desses materiais, ocorria então por vezes que a intuição nos 'tocava', ajudando a obter as respostas desejadas. No decorrer dessa fase e até há algum tempo atrás, todo o conjunto das tarefas que iam desde a colheita até à distribuição para teste da essência floral obtida, eram levadas a cabo a solo pelo Francisco Godinho.

Aprofundando o tema: no nosso caso específico, se bem que nos primeiros dois a três meses de colheitas intensivas, déssemos connosco a pensar em qual a utilidade de todos aqueles frascos armazenados num ambiente escuro, sem que para tal pergunta encontrássemos uma resposta minimamente satisfatória, o afã que nos levava a colher mais e mais flores, longe de abrandar, ainda parecia intensificar-se mais.

Após a 'euforia inicial' da colheita de flores e consequente preparação da Tintura Mãe (Figura 1), que, como está patenteado, decorreu sobretudo nos meses de Abril a Junho de 2001, tendo atingido o seu apogeu em Maio, com 75 espécimens colhidos, teve início uma outra fase mais complexa e que exigiu uma postura bem diferente da inicial.

Gráfico da produção de Tintura Mãe
Figura 1 - Gráfico da produção de Tintura Mãe Florais ZED no decorrer dos anos 2001 a 2006.

As condições em que a nossa existência decorria foram-se modificando umas vezes gradualmente, outras em autênticos saltos, de modo a proporcionar o ambiente em que os passos seguintes se iriam perspectivar. Assim, em relativamente pouco tempo, uma aguçada sensibilidade e aquilo a que nos atreveríamos a chamar um ouvido mais atento para a nossa voz interior[1], iria permitir que a nossa intuição nos levasse a definir algumas das principais utilidades a atribuir a vários dos florais produzidos.

Actualmente, graças a um persistente e profícuo trabalho de equipa, a sintonização envolve tempos mínimos, pelo que estamos a conseguir encurtar de forma bastante drástica o período que medeia entre a colheita das flores e a distribuição da essência floral.

Desse trabalho de equipa resulta a definição de um repertório que apelidamos de Materia Medica[2], pois envolve as prescrições mais recomendadas de cada essência floral da quase totalidade das existentes na linha Florais ZED, quer a nível energético, quanto espiritual, emocional, mental ou físico. Esta é, no entanto, uma tarefa que jamais estará concluída, uma vez que a cada dia se nos oferece acrescentar mais utilizações à lista, ou consolidar melhor as já descritas. Aplicamos este termo para designar o suporte informático onde, com carácter praticamente diário, vamos acrescentando vertentes onde suspeitamos que um floral específico parece actuar melhor. A fase seguinte deste trabalho infindável corresponde à validação ou não desses itens, suportada pelo testemunho de vários colaboradores com base nos resultados por si próprios obtidos bem como no de alguns dos seus pacientes. Devido à sua particularidade, longe de ser linear, esta é uma tarefa decididamente irregular, pois que, tanto podem decorrer semanas consecutivas sem o menor rasgo de novidade, como num espaço de poucos dias se determinarem ou validarem utilizações para um razoável grupo de essências.
 

A SINTONIZAÇÃO DUM FLORAL

A SINTONIZAÇÃO DUM FLORAL

Nas próximas linhas será evidenciada a forma como, por associação de ideias, com base num prévio esforço de investigação, para além duma atenção redobrada colocada na assinatura das plantas em causa, conseguimos proceder à sintonização de três essências florais, dando aqui apenas realce aos pontos em que estas mais se assemelham e deixando propositadamente de lado os seus contornos e especificidades.
Escolhemos como base de trabalho três belíssimos exemplares da família das Araceae:
- O tão comum nas nossas paragens Zantedeschia aethiopica, mais conhecido como Jarro, Jarro-de-jardim, ou como Copo-de-leite, com o qual produzimos a essência ZD021, 'Copo de Leite';
Copo de Leite
Figura 2 – O tom lácteo do branco da flor do 'Copo de Leite'.

- O Arum maculatum L., que serviu de base à essência floral 'Jarro dos Campos', com a referência ZD102, vulgarmente conhecido como Jarro-dos-campos, que na fase floral passa relativamente despercebido com o seu tom amarelo esverdeado, mas cujos frutos são particularmente venenosos quando adquirem a cor vermelho vivo que os torna bem visíveis nos prados onde se encontram;
Jarro dos Campos
Figura 3 – Várias fases do 'Jarro dos Campos'.

- O exótico Anthurium andraeanum, cujo nome vulgar é Antúrio e com o qual produzimos a essência ZD264, 'Antúrio'.
Antúrio
Figura 4 – Vários tons e cores de flores do sensual 'Antúrio'.

Para lá das características que diferenciam estas três flores e que permitem tirar partido de cada uma delas em áreas bem distintas, a si próprias inerentes, a associação face às suas assinaturas, tendo em conta nomeadamente as particularidades morfológicas que apresentam: todas são compostas por um espadice[3] envolto numa espata[4], que facilmente associamos aos órgãos sexuais respectivamente masculinos e femininos, assim como ao facto de ambos estarem tão manifestamente presentes na mesma 'flor'.

Ressalta à vista igualmente a ambiguidade, pelo facto de ser difícil distinguir qual o factor preponderante em cada uma delas, pois que aparentam a mesma força e peso o falo a que o espadice se assemelha e a vulva que a espata imita. No antúrio, em particular, se é verdade que o desenho em relevo que a espata apresenta nos recorda de imediato a mucosa vulvar excitada (e o seu brilho, eventualmente a humidade das secreções), não deixa de ser verdade que é também nele que mais fortemente se manifesta a turgência entumecida do pénis erecto. Nas outras duas por nós seleccionadas, as semelhanças de tais adereços não são tão gritantes, mas não deixam de estar bem presentes.

Aparentemente, qualquer destas três essências estaria destinada à resolução de casos em que se imponha uma mais cuidada cooperação entre parceiros sexuais, ou em indivíduos onde prevaleça a ambiguidade entre sexos, manifestada por uma fraca afirmação dos factores a ele inerentes, por confusão acerca do género a que efectivamente pertencem.

Assim como as plantas de que advêm comportam ambos os sexos, também estes florais se nos afiguraram destinados a promover um mais elevado equilíbrio entre os factores masculinos e femininos e uma mais apurada combinação entre ambos os princípios, ajudando-nos a aceitar ambas as partes integrantes de que somos formados. Por outro lado, nos casos em que a ambiguidade é prevalecente, ajudam à definição do pendor sexual predominante.

Tiramos partido predominantemente da essência 'Copo de Leite' nas situações em que o paciente acompanha o conflito de identidade, punindo-se ou reprimindo os seus instintos sexuais.

O 'Jarro dos Campos' é usado nomeadamente nas situações em que à confusão quanto à sexualidade, está associada uma conduta sexual compulsiva ou desajustada.

Recorremos ao 'Antúrio' sobretudo com o intuito de equilibrar com um maior pendor feminino aqueles que procuram dissimular a sua indefinição com atitudes marcadamente machistas.

É de primordial importância referir neste momento que os exemplos aqui apresentados integram um grupo minoritário face à totalidade das essências sintonizadas, mas que corresponde, pelo menos por agora, àquilo que é academicamente aceite como sintonização duma essência floral. De facto, a esmagadora maioria delas foi sintonizada apenas pelo contacto das mãos com os frascos que continham a Tintura Mãe, muitas das vezes sem que se fizesse a menor ideia de qual a flor que originara a essência…
 

A SINTONIZAÇÃO DUM COMPOSTO

A SINTONIZAÇÃO DUM COMPOSTO

Graças à sua especificidade, para exemplificar a produção de um composto floral, optámos por um dos que produzimos em 2002: quis um conjunto de circunstâncias (coincidências) que uma colega nossa nos solicitasse uma essência floral específica para a intuição e que o mesmo ocorresse dias depois com uma paciente. Face a uma situação para nós singular em que éramos confrontados com uma 'encomenda' tão particular, demo-nos uns dias em que aguardámos pacientemente por um 'rasgo intuitivo' qualquer que nos conduzisse à essência pretendida.

Após mais de uma semana sem o menor sinal que nos conduzisse a uma essência que respondesse à questão levantada, procedemos a uma busca entre as nossas essências de todas aquelas que pudessem ter alguma relação com a intuição, com o Eu Superior, com a voz interior, com a espiritualidade, com o centramento, e assim por diante, e apareceram-nos de imediato dezenas delas. Colocámo-nos então a questão 'Se há aqui tantas, porque não me lembrei ao menos de uma única?' e a resposta veio clara e rápida: 'Porque está na altura de criares um composto floral para despertar a intuição!'.

Assim, de entre as cerca de quarenta essências cujas referências anotáramos pelo facto de conterem alusões às palavras-chave desejadas, restava-nos proceder à selecção de umas quantas que seriam as eleitas para a criação do composto. Poderíamos optar por vários métodos, desde a análise aprofundada e cuidada e pseudo científica das características de cada uma delas, até ao simples deixar fluir a intuição e permitir que fosse o pêndulo a 'decidir'.

Uma vez que o tema era a intuição, optámos por este último método e reunimos sobre o tampo da secretária todos os frascos cujas referências havíamos anotado, depois, misturámo-los cuidadosamente com os olhos cerrados, procurando que a selecção viesse a resultar tão aleatória quanto possível. Após isso, com o auxílio do pêndulo, fomos rejeitando todos aqueles que poderiam ser dispensados, até que restaram apenas onze. Perguntámos se de entre aqueles ainda havia mais algum a dispensar, mas a resposta que veio foi negativa, pelo que procedemos à produção do composto com base naqueles.

Anotámos as referências dos frascos seleccionados e vertemos três gotas de cada um deles por cada dez mililitros para um frasco conta-gotas vazio a que acrescentámos uma solução de água e gin em iguais proporções. Seguidamente agitámos o composto 250 vezes, manifestando a intenção de que aquele floral servisse o melhor possível os intentos para que fora criado.

A composição do composto resultante é a seguinte:
ZD025, 'Castanheiro Vermelho', Aesculus carnea, seja, Castanheiro-cor-de-rosa, Castanheiro-da-Índia, ou Castanheiro-vermelho;
ZD026, 'Castanheiro da Índia', Aesculus hippocastanum, das Hippocastanaceae, conhecido como Castanheiro-branco ou Castanheiro-da-Índia;
ZD078, 'Giesteira Comum', Cytisus scoparius (L.) Link[5], das Leguminosae, vulgarmente Giesteira, Giesteira-das-vassouras, Giesteira-comum, Giesta-ribeirinha, Giesta-brava, Codesso-bastardo, Retama, Chamiça ou Maias;
ZD137, 'Sálvia Esplendorosa', Salvia splendens, Salvia grahami ou Salvia microphylla, das Labiatae, ou seja, Sálvia Esplendorosa;
ZD149, 'Barba de Judeu', Saxifraga stolonifera, das Saxifragaceae, conhecida como Saxífraga, ou Barba-de-judeu;
ZD219, 'Verga de Ouro', Solidago virga aurea L., das Asteraceae, ou seja, Vara-de-ouro, Verga-de-ouro, Erva-forte, Virgáurea, Solidago;
ZD301, 'Mimosa Branca', Leucaena leucocephala, das Leguminosae, conhecida como Mimosa-branca, ou Leucena;
ZD317, 'Acácia Mimosa', Mimosa dealbata, das Leguminosae, conhecida como Acácia;
ZD326, 'Giesta Branca', Cytisus multiflorus (L'Hérit.[6]) Sweet, das Leguminosae, conhecida como Giesteira-branca, ou Piorno;
ZD338, 'Pinheiro Silvestre', Pinus sylvestris L., das Pinaceae, conhecido como Pinheiro-silvestre, Pinheiro-vermelho-do-Báltico, Pinheiro-de-Riga, Pinheiro-da-Escócia, Pinheiro-de-casquinha, Pinheiro-flandrês, Pinheiro-selvagem;
ZD356, 'Espinheiro Alvar', Crataegus monogyna Jacq.[7], das Rosaceae, vulgarmente conhecido como Pirliteiro, Pilriteiro, Escambrulheiro, Cambroeira, Abronceiro, Estrepeiro, Escalheiro, Espinheiro-alvar, Espinheiro-branco, Espinheiro-ordinário, ou Espinha-branca.

A partir desse frasquinho contendo a Solução de Stock do composto X57, 'Intuição', produzimos vários frascos contendo a solução final que foram distribuídos por entre colegas nossos para que o composto fosse testado. Colhidos os resultados, concluímos que não seria necessária qualquer modificação da formulação inicial.

A SINTONIZAÇÃO DUM EMERGENCIAL

A SINTONIZAÇÃO DUM EMERGENCIAL

No dia do nosso 44º aniversário natalício, decidimos produzir um composto floral que pudesse dar resposta a situações de emergência. Pretendíamos obter um floral genérico que aliviasse rapidamente os sintomas desagradáveis que mais frequentemente apoquentam as pessoas. Debruçámo-nos então sobre todas as essências que até ali havíamos produzido e determinado a sua utilidade e iniciámos o estudo aprofundado de quais os melhores espécimens a integrar o composto pretendido. Após aturada investigação, demos a fórmula por concluída e produzimos finalmente um frasco de teste, ao qual por coincidência coube o número de ordem ZD112, razão pela qual o apelidámos de 'Cento e Doze', numa clara alusão ao número internacional de pedidos de socorro por via telefónica.

Os resultados obtidos situaram-se porém muito aquém do mínimo que havíamos exigido, pois embora o leque de respostas fosse alargado, o composto não parecia actuar com a rapidez que lhe era requerida. Assim, após aquilo que havíamos inicialmente suposto ter redundado num desaire quase completo, decidimos proceder duma forma que se nos afigurou como perfeitamente aleatória, ou seja, iríamos colher os frasquinhos que a nossa mão seleccionasse.

Então, depois que a decisão foi tomada, restava concretizá-la e, após um breve período de meditação, no decorrer do qual unicamente manifestámos a intenção de que fossem recolhidos apenas os frasquinhos das essências que melhor pudessem servir para produzir um floral de emergência que actuasse com grande rapidez e se prestasse ao maior número de situações possível, iniciámos o 'escrutínio'. Colocámo-nos frente à gaveta que continha todas as amostras de Tintura Mãe e, muito pausadamente, de olhos cerrados, fomos permitindo que a mão esquerda se movesse sobre os frascos conta-gotas, retirando um por um, apenas aqueles que exerciam atracção sobre a nossa mão, fazendo-a baixar e ir ao seu encontro.

Calculamos que tivessem decorrido cerca de quarenta minutos até darmos por concluída a selecção, o que ocorreu quando a mão se manteve ao mesmo nível por um período que entendemos como excessivamente longo. Quando abrimos os olhos, vimos que tinham sido retirados da gaveta onze frasquinhos no total e, ao confrontarmos o código de referência contido nas suas etiquetas com a listagem informática dos seus nomes, percebemos surpreendidos que já tínhamos definido anteriormente a utilidade de todos eles. Ao lermos os textos abreviados contidos nos campos dos sintomas a que pretendiam dar resposta e os benefícios que com eles se visavam obter, a nossa surpresa ainda foi maior:
ZD029, a 'Folha da Fortuna', Kalanchoe blossfeldiana, para situações de histeria e explosões temperamentais, e que põe fim à histeria, apelando à calma e encorajando um olhar mais lúcido face às contrariedades.
ZD043, o 'Alecrim Silvestre', Rosmarinus officinalis L., para indiferença, tendência sonhadora, confusão e inconsciência mental, e que intensifica o empenho em todas as iniciativas e permite concretizar o que a inspiração oferecer.
ZD056, o 'Sabugueiro Negro', Sambucus nigra L., para a quebra de vitalidade pessoal, acompanhada ou não de desmaio, que previne situações potencialmente aflitivas, reforça os sinais vitais e estimula a tomada de consciência.
ZD084, a 'Urze Graciosa', Erica gracilis, para fragilidade, perda de ânimo, desorientação, e que promove tenacidade, confiança e resistência, com vista à recuperação.
ZD113, o 'Trevo Rastejante', Trifolium repens L., para prostração e fraqueza generalizada, tanto física como mental e emocional, e que sustenta e nutre emocionalmente, facilitando a recuperação do organismo.
ZD124, o 'Três Corações', Oxalis articulata Savigny, para a falta de esperança e desespero, e que fomenta a noção de que os obstáculos actuais são apenas passageiros e acabarão por ser ultrapassados.
ZD133, a 'Dracaena', Dracaena indivisa, para atitudes psíquicas compulsivas e propósitos negativos, porque constitui uma poderosa protecção contra o stress[8] psíquico, facultando discernimento e serenidade.
ZD161, a 'Manjerona Inglesa', Origanum majorana L., para os estados emocionais de confusão e incerteza, tendentes a retardar reacções, porque proporciona uma resposta rápida e eficaz em situações paralisantes.
ZD190, a 'Ceboleta de França', Allium schoenoprasum, para medo, ansiedade, insegurança e nervosismo, e que alivia tensões ao nível do plexo solar, facultando serenidade, segurança e coragem.
ZD193, a 'Afronta Cavadores', Inula odora L., para situações de choque profundo e traumático, inconsciência, pós-anestesia; estados obsessivos, esquizofrenia, que repara estragos devidos a traumas, regenera, consolida e equilibra emoções e mente.
ZD245, o 'Lágrima de Jó', Fuchsia magellanica, para sintomas psicossomáticos associados a dor e trauma, porque faculta vitalidade emocional genuína e habilidade para expressar sentimentos profundos.

Desta forma, em menos de uma hora, apenas com o recurso à intuição, tínhamos acabado de produzir o composto floral de emergência a que correspondeu o código ZD123, o que permitiu atribuir-lhe o nome 'Um Dois Três', destinado a um vasto leque de situações de emergência, sobretudo para aquelas que envolvem terror, tensão, agitação, violência, choque, desmaio, apatia ou distanciamento, porque inicia rapidamente o processo de cura corpo-mente, proporcionando alívio do sofrimento. Por chalaça, começámos a dizer que o 'Um Dois Três' actuava mesmo assim, enquanto dizíamos um-dois-três e de facto assim começou a ocorrer logo de início, pois o alívio dos sintomas desagradáveis se registava num breve espaço de tempo após a toma.

Alguns meses depois, uma amiga nossa revelava a verdadeira utilidade do 'Cento e Doze' (que entretanto tinha sido por nós posto de lado), propondo-nos que modificássemos o seu nome para 'Aliança Prodigiosa' pois, segundo ela, estava destinado a emergências por obsessão, perturbação, ataques psíquicos, vampirismo energético, entropia, etc., porque protege contra negatividade e bloqueios energéticos e reconstitui a aura. Daí até agora, este composto tem sido usado para fazer face especificamente a situações similares às indicadas, tendo sido sempre obtidos resultados assaz válidos.

A PRODUÇÃO DUMA SOLUÇÃO DE STOCK

A PRODUÇÃO DUMA SOLUÇÃO DE STOCK

Um passo primordial para que os terapeutas que auxiliam no desenvolvimento da nossa linha floral possam actuar, corresponde à criação da Solução de Stock[9] de cada essência floral a ser usada por eles.

No nosso caso, a Solução de Stock é obtida por diluição da Tintura Mãe numa solução de água da fonte e gin em iguais proporções. Assim, ela corresponde a um frasco conta-gotas onde é vertida uma solução base contendo 50% de água pura e 50% de gin e apenas três gotas de tintura Mãe por cada dez mililitros de essência a obter. A solução assim obtida é então sujeita a uma agitação rápida num ciclo de 250 repetições, no decorrer da qual é por nós manifestada a intenção de que o seu poder terapêutico seja devidamente potenciado.

No caso específico dos novos compostos florais, após a rotulagem e acondicionamento de cada frasquinho, estes são expedidos por via postal para os terapeutas nossos colaboradores, espalhados por todo o território continental, permanecendo apenas um deles na nossa posse para ser igualmente alvo de teste.

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[1] É de todo errado, pois peca por ser demasiado simplista, dizer-se que a chamada voz interior se tem manifestado através de algo aparentemente audível, uma vez que tanto pode assumir um lampejo de sabedoria, quanto uma recordação remota, ou algo que sabemos com toda a certeza estar correcto, um aroma intenso, uma cor ou uma forma que sobressai, uma posição, a vibração táctil que acompanha determinada ideia, enfim, um sem número de indícios que, quando tidos em suficiente conta pela nossa parte, proporcionaram o conhecimento que a altura exigia.

[2] Materia Medica constitui o nome latino de um compêndio no qual um autor apresenta, de forma mais ou menos polivalente, as principais utilidades encontradas em determinados remédios em particular.

[3] O espadice é o nome dado a uma inflorescência em espiga com eixo carnudo e envolvida por uma bráctea grande. Em todos os exemplos dados, existem no espadice (amarelo), em áreas diferenciadas flores masculinas e femininas e está encimado por uma área estéril denominada clava.

[4] Espata é o nome dado à bráctea (folha modificada, geralmente atrofiada, membranosa e coriácea) de grandes dimensões, que envolve o espadice e que confere à 'flor' a cor visível.

[5] Link é aqui usado como a abreviatura referente ao botânico alemão Johann Heinrich Friedrich Link, que viveu de 1767 a 1851.

[6] L’Hérit. é a abreviatura que empregamos para referir o botânico francês Charles Louis Lhéritier de Brutelle, que viveu de 1746 a 1800.

[7] Jacq. é aqui usado como a abreviatura para o botânico austríaco Nicolaus Joseph Jacquin, que viveu de 1727 a 1817.

[8] Stress é uma palavra inglesa (usada sobretudo em medicina) que significa tensão. Constitui o conjunto de perturbações psíquicas e fisiológicas, provocadas por agentes de vária ordem, que prejudica ou impede a realização normal do trabalho.

[9] Solução de Stock é o nome vulgarmente dado a uma solução contida num frasquinho dotado de conta-gotas que fica em poder do terapeuta e com o qual aquele pode produzir as combinações que prescreve aos seus pacientes. Esta solução é constituída por uma diluição da Tintura Mãe e que geralmente é comercializada nos meios da especialidade.

Como Comprar

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Por favor, siga as instruções disponíveis nas linhas finais do separador 'Introdução'.

Depoimentos

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