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 Os Dez Mandamentos do Casal

Os Dez
Mandamentos
do Casal


Francisco Godinho - 07/08/2011

Vamos todos procurar
melhorar a nossa
relação afectiva?

Vamos sim!!!

Ama mais, medita mais

A Meditação é uma das tuas ferramentas mais importantes.

Pratica-a frequentemente. Silencia a tua mente e ouve as vozes dos teus anjos e guias. A Meditação permite-lhes interagir connosco, responder às nossas perguntas, bem como trazer-nos paz, tranquilidade e cura.

Passa pelo menos 5 minutos de cada manhã com os olhos fechados, concentra-te na tua respiração por alguns minutos, então faz-lhes uma pergunta ou algo que gostarias de esclarecer e relaxa e ouve apenas. Não faças muito esforço num primeiro momento, continua apenas a inspirar e a expirar profundamente, lentamente e relaxa. Liberta os pensamentos de que não precisas e aproveita as experiências. Eles aguardam ansiosamente a nossa conexão e a nossa comunicação conjunta.

Tu és ternamente amado e sempre apoiado, pelos teus Anjos-da-Guarda.

Sê fiel aos teus pensamentos e sentimentos.
Vê a beleza que te rodeia e sabe que é o momento de cumprires aquilo que está no teu coração e que é a tua paixão. Há um desejo em cada alma que não se está a expressar com a sua luz mais elevada. Há uma corrente subjacente de insatisfação, não importa o quanto a pessoa seja bem sucedida, se ela não estiver a honrar o que ela aqui veio realizar. Tudo o que tu fazes na tua vida é através da escolha e os Anjos desejam lembrar-te de que está certo escolheres novamente.

Trabalha muito estreitamente com os teus Anjos durante esta transição na tua vida. Entrega-lhes qualquer culpa ou outras emoções negativas que poderias estar a manter e permite-lhes ajudar-te na tua transformação. Sabe que os termos e os inícios, e cada fase da tua vida indicam um novo ciclo. Usa a energia do teu desejo para criares, e concentra-te em libertar a tua alma. Sê gentil contigo mesmo e deixa o teu espírito ser livre.

Vamos abrir o canal do amor.
Todos nós queremos amar e ser amados. Existe uma lei espiritual importante que, quando compreendida e vivida, pode transformar o Amor nas nossas vidas.

Primeiro, precisamos saber que a capacidade de amar e a qualidade do nosso amor são uma dádiva do Criador.

Segundo, quanto mais uma pessoa usa o amor que lhe é dado, de forma positiva e com o objectivo de partilhar, tanto mais amor lhe é dado para dividir. Pelo contrário, se usamos o amor que nos é dado de forma egoísta e negativa, então a nossa capacidade de amar irá diminuir.

Este é um ensinamento poderoso que precisamos interiorizar verdadeiramente. Devemos visualizar claramente os canais superiores de amor e a nossa capacidade de os abrirmos ou fecharmos.

Antes que sejamos capazes de usar a nossa capacidade de amar duma forma egoísta ou negativa, devemos compreender que na verdade estamos a influenciar o canal superior do amor, fazendo com que diminua o seu fluxo até nós.

Pelo contrário, devemos procurar cada oportunidade de partilhar o nosso amor tanto quanto possível, compreendendo que quanto mais amor partilhamos, tanto mais fazemos com que o canal superior do amor se abra e flua cada vez mais na nossa direcção, aumentando desta forma a capacidade do nosso amor e a sua qualidade.

É importante compreendermos que não só exercemos a nossa própria capacidade de amar, mas também influenciamos a quantidade em que os canais de amor se abrirão ou fecharão para o mundo.

Cada vez que usamos a nossa capacidade de amar de forma a partilhar, também abrimos mais amplamente o nosso canal de amor para o mundo inteiro. E cada vez que usamos o nosso amor de forma egoísta e negativa diminuímos o fluxo de amor no mundo, tornando também mais difícil aos outros amar.

Uma coisa é certa sobre o mundo actual: não existe amor suficiente a ser partilhado pelas pessoas, e precisamos compreender que todos nós somos responsáveis por isso.

Este é um ensinamento verdadeiramente surpreendente e belo. Devemos ter o cuidado de não permitir que sua aparente simplicidade nos cegue para a sua importância. Se compreendermos e praticarmos este ensinamento, não só aumentaremos a quantidade e a qualidade do amor que temos nas nossas vidas, como também a quantidade de amor que é revelada em todo o mundo.

Amemos e meditemos mais!

onta a anedota da noiva neurótica que “o casamento é a relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa e a outra é o marido”. Preocupado com esta questão, um grupo de psicólogos e especialistas americanos formou uma equipa que trabalha em terapia conjugal e que elaborou “Os Dez Mandamentos do Casal”. Gostaria de analisá-los aqui, já que trazem muita sabedoria para a vida e felicidade dos casais e porque é mais fácil e muito menos doloroso aprendermos com os erros dos outros do que com os nossos próprios erros.

Os Dez Mandamentos do Casal

1. Nunca se irritarem ao mesmo tempo
Evitar a explosão a todo o custo. Quanto mais complicada é a situação, mais a calma é necessária. Então, será preciso que um dos dois accione o mecanismo que assegure a calma de ambos diante da situação conflituosa. É preciso convencermo-nos de que na explosão nada será feito de bom. Todos sabemos bem quais são os frutos de uma explosão: apenas destroços, morte e tristeza. Portanto, jamais permitir que a explosão chegue a acontecer.

2. Nunca gritarem um com o outro
A não ser que a casa esteja a pegar fogo. Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido. Alguém me disse certa vez que, se gritar resolvesse alguma coisa, jamais porco algum morreria... Gritar é próprio daquele que é moralmente fraco e precisa impor pelos gritos aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.

3. Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro
Perder uma discussão pode ser um acto de inteligência e de amor. Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão pressupõe um vencedor e um derrotado, e no diálogo não. Portanto, se por descuido nosso, o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro “vença”, para que mais rapidamente ela termine. Discussão no casamento é sinónimo de “guerra”, de luta inglória. “A vitória na guerra deveria ser comemorada com um funeral”; dizia Lao Tsé. Que vantagem há em se ganhar uma disputa contra aquele que é a nossa própria carne? É preciso que o casal tenha a determinação de não provocar brigas; nos não podemos esquecer que basta uma pequena nuvem para esconder o sol. Às vezes uma pequena discussão esconde por muitos dias o sol da alegria no lar.

4. Se for inevitável chamar a atenção, fazê-lo com amor
A outra parte tem que entender que a crítica tem o objectivo de somar e não de dividir. Só tem sentido a crítica que for construtiva; e essa é amorosa, sem acusações e condenações. Antes de apontarmos um defeito, é sempre aconselhável apresentarmos duas qualidades do outro. Isso funciona como um anestésico para que se possa fazer o curativo sem dor. E reze pelo outro antes de o abordar num problema difícil. Peça ao Deus do seu coração que prepare o coração dele para receber bem aquilo que precisa dizer-lhe. Deus é o primeiro interessado na harmonia do casal.

5. Nunca atirar à cara do outro os erros do passado

A pessoa é sempre maior que os seus erros e ninguém gosta de ser caracterizado pelos seus defeitos. Todas as vezes que acusamos a pessoa pelos seus erros passados, estamos a trazê-los de volta e a criar dificuldades a que ela se livre deles. Certamente não é isso o que queremos para a pessoa amada. É preciso todo o cuidado para que isso não ocorra nos momentos de discussão. Nessas alturas, o melhor é manter a boca fechada. Aquele que estiver mais calmo, que for mais controlado, deve ficar quieto e deixar o outro falar até que se acalme. Não ripostar em palavras, senão a discussão aumenta, e tudo o que há de mau pode acontecer, em termos de ressentimentos, mágoas e feridas dolorosas.

6. A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge
Na vida a dois tudo pode e deve ser importante, pois a felicidade nasce das pequenas coisas. A falta de atenção para com o cônjuge é triste na vida do casal e demonstra desprezo para com o outro. Esteja atento ao que ele diz, aos seus problemas e aspirações.

7. Nunca ir dormir sem ter chegado a um acordo
Se isso não acontecer, no dia seguinte o problema poderá ser bem maior. Não se pode deixar acumular problema sobre problema, sem solução. Já pensou que se usasse o mesmo fervedor que já usou no dia anterior, para ferver o leite, sem o ter lavado antes? O leite azedaria certamente. O mesmo acontece quando acordamos sem resolver os conflitos de ontem. Os problemas da vida conjugal são normais e exigem de nós atenção e coragem para os enfrentar, até que sejam solucionados, com o nosso trabalho e a graça de Deus. A atitude da avestruz, da fuga, é a pior que existe. Com paz e perseverança busquemos a solução.

8. Pelo menos uma vez por dia, dizer uma palavra carinhosa ao outro
Muitos têm reservas enormes de ternura, mas esquecem-se de as expressar em voz alta. Não basta amar o outro, é preciso dizê-lo também com palavras. Especialmente para as mulheres, isso tem um efeito quase mágico. É um tónico que muda completamente o seu estado de ânimo, humor e bem-estar. Muitos homens têm dificuldade nesse ponto; alguns por problemas de educação, mas a maioria porque ainda não se deu conta da sua importância. Como são importantes essas expressões de carinho que fazem o outro crescer: “amo-te”, “és muito importante para mim”, “sem ti eu não teria conseguido resolver este problema”, “a tua presença é importante para mim”; “as tuas palavras ajudam-me a viver”... Diga isto ao outro com sinceridade todas as vezes que experimentar o auxílio edificante dele.

9. Cometendo um erro, saber admiti-lo e pedir desculpas
Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que admite o seu erro demonstra ser honesta consigo mesma e com o outro. Quando erramos não temos duas alternativas honestas, apenas uma: reconhecer o erro, pedir perdão e procurar remediar o que fizemos de errado, com o propósito de não o repetir. Isso é ser humilde. Agindo assim, mesmo os nossos erros e quedas serão alavancas para o nosso amadurecimento e crescimento. Quando temos a coragem de pedir perdão, vencendo o nosso orgulho, eliminamos quase de vez o motivo do conflito no relacionamento, e a paz retorna aos corações. É nobre pedir perdão!

10. Quando um não quer, dois não brigam
É a sabedoria popular que ensina isto. Será preciso então que alguém tome a iniciativa de quebrar o ciclo pernicioso que leva à briga. Tomar esta iniciativa será sempre um gesto de grandeza, maturidade e amor. E a melhor maneira será “não pôr mais lenha na fogueira”, isto é, não alimentar a discussão. Muitas vezes é pelo silêncio de um que a calma retorna ao coração do outro. Outras vezes será por um abraço carinhoso, ou por uma palavra amiga.

 

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