A Criação das Essências Florais ZED - 1
Florais ZED

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A Criação das Essências Florais ZED - 1

Florais ZED

O QUE SÃO OS FLORAIS ZED - A Criação das Essências Florais ZED - 1 (Francisco Godinho - 04/11/2006)

As essências florais são energia pura que a Fonte da Vida põe ao serviço do homem.
Florais ZED são a mágica energia das flores a zelar pela sua Saúde e bem-estar.

'Existe um grande número de remédios vibracionais obtidos a partir da Mãe Natureza. As essências de flores vivas estão entre as mais antigas modalidades naturais de cura. Continuaremos a nossa discussão da evolução vibracional abordando as Dádivas proporcionadas à humanidade pelas flores do nosso planeta.'
Richard Gerber

A criação de uma essência floral constitui o primeiro passo, provavelmente o mais decisivo, de um processo de cura em que aquela irá desempenhar um papel eventualmente preponderante. A sua criação centra-se em dois pontos marcantes e fundamentais, a saber: a colheita dos espécimens florais e a obtenção da tintura mãe, a partir daqueles.

De acordo com os cânones deontológicos, tanto uma quanto a outra requerem cuidados específicos e precisos na sua concretização. Cada um deles será referenciado oportunamente, nas rubricas apropriadas.

Constitui para não uma aposta de monta e um verdadeiro desafio único, cumprir o mais escrupulosamente possível cada um desses preceitos, visando como meta ulterior a obtenção de uma essência tão irrepreensivelmente pura quanto for realizável, tanto no que refere à sua composição química, quanto ao ponto mais candente e interessante é a vibração energética pretendida.

Nota: Os produtos, técnicas, terapias e informações deste sítio não substituem a consulta do seu médico ou especialista!

A COLHEITA DAS FLORES

A COLHEITA DAS FLORES

'As flores são os beijos da Mãe!'
Vitorino de Sousa


Teoricamente é sabido que a flor é expoente máximo da evolução vegetal às de cada espécie ou subespécie de planta contém intrinsecamente determinada frequência vibracional que lhe é própria e que a distingue de qualquer outra. Acresce que a cor das flores colhidas é preponderante para os fins em vista, sendo sabido que essências produzidas a partir das mesmas subespécies, mas recorrendo a distintas colorações das flores permitem apontar para situações patológicas igualmente diferenciadas[1].

Na nossa opinião, que não é diferente da emitida pela esmagadora maioria, quer dos sintonizadores florais, quer dos terapeutas mais esclarecidos, a colheita dos espécimens destinados à produção das essências florais deverá revestir-se das maiores precauções.

O crescimento saudável duma planta está dependente do equilíbrio adequado dos quatro elementos: a terra (que deverá ser boa, isto é, conter todos os nutrientes adequados à espécie em causa), o ar (que deverá ser o mais puro possível), o fogo (por acção dos raios solares) e a água (que para Além de despoluída, deverá estar disponível na quantidade necessária). Só em condições óptimas serão geradas flores de qualidade superior e estas são de facto as únicas adequadas à produção de um remédio tão subtil quanto o são as essências florais.

Devemos portanto fugir de locais poluídos, como as bermas das estradas e as margens de cursos de águas insalubres, ou os situados nas proximidades de terrenos sujeitos a culturas intensivas, de polígonos industriais ou de instalações pecuárias, assim como na proximidade de cabos de alta tensão.

Basta que atentemos no facto de que a essência a obter irá posteriormente ser desdobrada em várias centenas de vezes, multiplicando-se proporcionalmente a sua capacidade curativa, para percebermos que ela deverá ser tão isenta de matérias estranhas quanto possível. Mais importante ainda é a circunstância de se tratar de um remédio vibracional cuja pureza energética importa preservar.

Alguns autores referem que certas condicionantes geográficas, sobretudo devido aos vórtices energéticos que se registam em dadas regiões do planeta, permitem potenciar em maior ou menor grau a energia que as flores libertam, com repercussões significativas nas faculdades de cura delas dependentes. No caso específico das essências florais Florais ZED, sobre as quais recai o presente estudo, na sua esmagadora maioria, as colheitas foram efectuadas dentro de uma área geográfica muito específica que rodeia de forma bastante próxima o vórtice energético planetário que se situa na Cova da Iria - Fátima[2]. No mapa representado pela Figura 1 essa área aparece representada no interior da circunferência branca.

Mapa da Covada Iria
Figura 1 - Mapa da zona centro de Portugal[3], onde aparece, representada por uma circunferência com aproximadamente 30 quilómetros de raio, a área envolvente do vórtice energético da Cova da Iria.

Uma área de excepção
, já de si privilegiada, no mínimo devido às características supra mencionadas, há que referir ainda que abarca espaços amplos nos quais a intervenção humana se tem tentado manter em parâmetros mínimos, nomeadamente o Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, a Reserva Natural do Paúl do Boquilobo, a Senhora do Monte, os Olhos d'Água, a Renova, o Agroal, para referir apenas alguns deles. O mapa da Figura 2 representa as áreas específicas ogadora das operações de colheita de flores por nós efectuadas.

Mapa das áreas de colheita das flores
Figura 2 - Mapa[4] representando o vórtice energético da Cova da Iria (1) e os sete principais locais onde decorreu a colheita de flores, respectivamente: 2 - Sra. do Monte (Serra da Barrosinha), 3 - Agroal (nascente principal do Rio Nabão), 4 - Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, 5 - Renova (nascente do Rio Almonda), 6 - Olhos d'Água (nascente do Rio Alviela), 7 - Reserva Natural do Paúl do Boquilobo.

O Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (Figura 3), ocupa uma área singular limitada a oeste pela falda ocidental da Serra dos Candeeiros e a nordeste pela aba oriental da Serra de Aire, abarca ainda as serras de S. Bento, da Mendiga, e de S. Mamede, de dimensões bem menores. A sul, é mais ou menos delimitada por estradas municipais a partir de Rio Maior até Alcanede, passando por Alcobertas, depois pela Estrada Nacional 361, ligando Alcanede a Alcanena, a partir de onde, por estradas municipais, segue por Casais Robustos, Pedrógão, Pafarrão, etc. são de realçar, devido a algumas especificidades da flora, pelo menos o Polje[5] de Mira d'Aire e Minde, o Vale da Canada, a Depressão de Alvados, a Costa de Alvados e o Polje da Mendiga, assim como o Alto da Lagoa, situado no extremo oriental do parque, mas fora deste. Toda esta área, de terrenos predominantemente calcários, onde abundam grutas e galerias formadas ao longo de milénios por águas pluviais, se caracteriza por um manto vegetal sobretudo arbustivo. Tendo em conta as condicionantes geográficas do país, este parque é de grande importância, não somente pelas suas dimensões significativas, mas ainda pela especificidade de alguns dos espécimens vegetais autóctones.

Pormenor do PNSACPanorâmica do PNSAC
Figura 3 - Pormenor e vista panorâmica de fracção do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros.
(Fontes: http://www.livrosantigos.com/am/inp2/imagepages/image58.htm
e http://www.albertomesquita.net/am/inp2/imagepages/image62.htm)

A principal razão pela qual o solo da área ocupada pelo parque é pobre e ressequido advém das características porosas e solúveis da rocha que o compõe, bem como à existência de inúmeros algares[6], à qual se deve sobretudo a incapacidade para a retenção da água pluvial.

Climaticamente, pode dizer-se que a Serra d'Aire se ergue no extremo sul do maciço e é a divisória natural geográfica entre dois tipos diferentes de solos e de clima. Do lado sul, já em pleno Ribatejo, mas ainda longe do factor moderador do Tejo, observa-se um clima tipicamente mediterrânico, com pouca precipitação e um solo argilo-arenoso. Do lado Norte, já em pleno maciço, a acentuada influência marítima do Atlântico que propicia uma elevada precipitação (1400mm), bastante acima da média nacional. No entanto, esta pluviosidade não é distribuída ao longo do ano e cai quase unicamente durante o Inverno. Isto, aliado às características do solo, determina que esta seja uma região adversa à agricultura.

A Reserva Natural do Paúl do Boquilobo (Figura 4), situada ao redor do país[7] com o mesmo nome, em plena lezíria ribatejana, confinante com o Rio Tejo, com os seus terrenos alagados durante quase todo o ano, possui um coberto vegetal com algumas especificidades bastante interessantes.

Paúl do Boquilobo
Figura 4 - Vista panorâmica de um segmento da Reserva Natural do Paúl do Boquilobo.
(Fonte: http://www.ribatejo.com/ecos/ambiente/boquilobo.html)


A Senhora do Monte (Figura 5), área envolvente de uma pequena ermida situada próximo do cume da Serra da Barrosinha, é um local privilegiado, uma vez que apresenta exemplares únicos na sua Composição vegetal.

Senhora do Monte
Figura 5 - visão singular da Senhora do Monte.
(Fonte: http://www.albertomesquita.net/am/inp2/imagepages/image63.htm)

Os Olhos d'Água, a Renova e o Agroal (Figura 6) são locais aprazíveis onde nascem respectivamente os rios Alviela, Almonda e Nabão. Acresce que o Agroal está situado nas proximidades de Tomar (Figura 7), onde a Ordem dos Templários teve o seu principal baluarte em território nacional.

AgroalAgroal
Figura 6 - O Agroal, nascente principal do Rio Nabão. À esquerda é visível o complexo habitacional que suporta a estância termal e à direita uma das vertentes envolventes, com o rio e a estrada de acesso.
(Fontes: http://www.ribatejo.com/ecos/ourem/orpatrimonio.html
e http://www.ripon.edu/faculty/lilliosk/agroal.htm)


É de salientar que todos os locais aqui referidos se distribuem por terrenos pouco ou nada tocados pelo homem e que distam no máximo 30 quilómetros relativamente ao centro do vórtice energético da Cova da Iria - Fátima.

Na fase de preparação da essência floral, é determinante a presença do quinto elemento - o Éter - ou, se assim lhe quisermos chamar, o Espírito, e essa é de facto a parte que nos compete adicionar.

Tomar  Convento de Cristo
Figura 7 - Na cidade de Tomar podem ser encontrados inúmeros vestígios da presença dos cavaleiros do templo, a Ordem dos Templários. À esquerda, a Corredoura, nome dado ao espaço onde eram corridas as lanças. À direita, o Convento de Cristo, que foi a sede principal da Ordem dos Templários, em Portugal.
(Fontes: http://www.portugaltravelguide.com/pt/tomar.htm)

Pessoalmente, guardamos para com as plantas em geral uma atitude respeitadora, postura que reforçamos com reverência e com gratidão sempre que se nos é colocada a necessidade de obter uma essência floral. Por norma, não danificamos quaisquer plantas de forma gratuita, preferindo preservar as condições em que a natureza permite que elas se desenvolvam. Mesmo sendo apreciadores de flores, jamais as colhemos para fins que não sejam estritamente justificáveis para a produção de essências.

Após termos decidido qual a espécie a utilizar, reduzimos a colheita a um mínimo necessário de flores, optando se possível por recorrer a plantas diferentes e evitando desguarnecer grandes áreas ou despir plantas completas. Por norma andamos munidos de grandes envelopes de papel, uma tesoura de podar e uma tesoura comum, que nos permitem manipular as flores sem as danificar e evitando o contacto directo com as nossas Mãos[8].

Serra d'Aire
Figura 8 - Uma visão muito particular da Serra d'Aire...
(Fonte: http://www.pietons.cicrp.jussieu.fr/pietons/easter2000.html)


A fase mais profícua no que refere à colheita das flores que deram origem aos Florais ZED registou-se no decurso de uma situação de excepção, em que nos encontrávamos desocupados durante grande parte do tempo, portanto com muita disponibilidade para a observação, selecção e colheita de espécimens. Assim, desde finais de Março de 2001 até ao final desse mesmo ano, foram por não colhidas mais de trezentas subespécies de flores, dando origem a outras tantas essências florais. No ano seguinte foram colhidas quase noventa, e no decurso dos anos subsequentes o seu número tem sido praticamente insignificante. Devemos confessar que a colheita da esmagadora maioria das quase cinco centenas de essências florais (sob a forma de tintura mãe[9]) que até agora produzimos decorreu em situações bastante triviais, quer como resultado de uma procura e busca específica, quer particularmente como aparente obra do acaso[10].

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[1] Para aqueles que têm em conta os chakras e as cores do espectro de luz visível que lhes são atribuídas, essa diferenciação é ainda mais significativa.

[2] Fátima é um local de peregrinação internacional devido a que se considera terem-se registado na Cova da Iria (nas suas proximidades) aparições da Virgem, nomeadamente a 13 de Maio de 1917. Actualmente, continua a prestar-se culto a Nossa Senhora de Fátima ao longo de todo o ano, fazendo-se uso de instalações litúrgicas que a hierarquia eclesiástica católica e o estado português ali fizeram construir, apoiadas por um agregado turístico significativo. Paralelamente, um grupo mais específico de peregrinos acorre aquele local a fim de efectuar jornadas de Meditação ou de repouso espiritual, tirando partido das condições energéticas de excepção ali existentes.

[3] Efectuado numa imagem digitalizada extraída do MAPA 940: Portugal e Madeira. [S. l.]: Michelin, 2001.

[4] Efectuado sobre uma imagem colhida com o scanner a partir do mapa contido no verso do ROTEIRO de Ruas da Freguesia de Leiria. Leiria: Junta de Freguesia de Leiria, [S. d.]. ISBN 972-8554-76-1.

[5] A existência de formas erodidas específicas, de origem eólica e pluvial tais como as dolinas e os polje é uma outra característica das formações cársicas. As primeiras situam-se em locais elevados (escavadas pelo vento, das quais a mais conhecida é sem dúvida a dolina que hoje constitui o recinto asfaltado do Santuário de Fátima) e os segundos em depressões (escavados pelas águas pluviais, sendo o mais importante deles o polje de Minde e Mira d'Aire, mais conhecido como a Mata de Minde, cuja depressão mede aproximadamente seis quilómetros quadrados e que em Invernos de intensa precipitação, a água extravasa do solo e inunda toda a depressão).

[6] Algar é o nome dado a uma cavidade quase sempre abrupta que liga a superfície ao subsolo, podendo ter de apenas alguns até várias centenas de metros de extensão e que termina geralmente numa área cavernosa onde o gotejar contínuo da água saturada de carbonato de cálcio retirado das rochas encontradas pelo caminho cria estalactites e estalagmites (formações calcárias sedimentares de textura cristalina). É nesta área específica que se encontram inúmeras grutas, algumas das quais são exploradas turisticamente, tais como as de Stº António, de Mira d'Aire, de Alvados e da Moeda (S. Mamede).

[7] Paúl é o nome dado a um terreno alagadiço ou pântano.

[8] Esta precaução é válida tanto no que refere às questões energéticas, quanto para preservar a nossa Saúde, pois por vezes as plantas não nos são familiares e poderão ser tóxicas.

[9] Este termo será esclarecido mais adiante.

[10] Se é que algum de nós, face ao acumular de coincidências com que nos confrontamos no dia-a-dia, poderá ainda estar convencido de que há acasos, quer nestas, quer em todas as outras coisas...

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